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7/17/2010

Sucesso para o programa de melhoramento genético para Chauá no Brasil.

By David Waugh, Loro Parque Fundación Por David Waugh, Fundación Loro Parque

Red-browed Amazon © Louri Klemann Jr
Red-browed Amazon © Louri Klemann Jr -Chauá Amazona © Louri Klemann Júnior

 
  O Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza (Instituto de Pesquisa e Conservação da Natureza - Idéia Ambiental) de Curitiba, no Brasil, está realizando um projeto para a conservação do Papagaio-chauá (Amazona rhodocorytha) no estado selvagem e, em 2006 - como uma apólice de seguro - também iniciou um projeto paralelo para estabelecer um programa de reprodução em cativeiro na cidade.
 
  O Chauá, endêmicas da Mata Atlântica do Nordeste do Brasil, é uma das amazonas mais ameaçadas do continente. Está ameaçada pela destruição e fragmentação do habitat, bem como a remoção dos jovens dos ninhos para o comércio ilegal como animal de estimação. Menos de 10% do habitat original permanece, e as populações selvagens poderia ser tão baixa quanto 845 pássaros - e continua a declinar.
 
 Com o apoio financeiro da Fundação Loro Parque, em Espanha, e da Federação Americana de Avicultura, um centro de reprodução tem sido construído em terrenos de propriedade de outro sócio, o Zoológico Municipal de Curitiba. Este centro de criação científica pode contribuir para uma população geneticamente viáveis de espécies em cativeiro, trocar informações com outros criadores, e ser utilizado para a eventual reintrodução de aves de volta à vida selvagem.  Liderados por Louri Klemann Júnior da Idéia Ambiental, o projeto também beneficia o conselho de Pedro Scherer-Neto de História Natural de Curitiba Museum (Museu de História Natural Capão da Imbuia).
 
Red-browed Amazons © Louri Klemann Jr
Red-browed Amazons © Louri Klemann Jr -Chauá Amazonas © Louri Klemann Júnior
 
Louri iniciou a população em cativeiro com 21 pássaros que tinham sido confiscadas pelas autoridades brasileiras e depositadas no novo centro pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais).  Após quarentena e determinação de gênero, estas aves foram colocadas em um viveiro grande para escolher seus próprios companheiros, criando pelo menos sete pares de criação, que foram então transferidas para os viveiros de criação.
 
  O Chauá não é fácil reproduzir em cativeiro, e até agora poucos criadores podem relatar sucessos.  Assim, duas estações de monta, foram exigidos para as aves no centro de Curitiba para atingir a maturidade, e se sentir confortável com seu entorno.
 
Red-browed Amazon feeding young © Louri Klemann Jr
Red-browed Amazon feeding young © Louri Klemann Jr Chauá alimentação das crias © Louri Klemann Júnior
 
  De acordo com as notícias mais recentes, o primeiro par é de reprodução,
 e atualmente é a criação de três filhotes saudáveis. Os outros pares

estão sob observação atenta aos sinais que eles possam também

 procriar com sucesso este ano.



Nota do Editor: Pedro Scherer-Neto será um dos palestrantes do Simpósio Internacional de Papagaios em 13 - 15 maio de 2010 em San Diego, Califórnia. . Veja Parrot Eventos na nossa home page para mais detalhes.

3/23/2009

os Essenios nunca existiram

Rachel, que é da Universidade Hebraica de Jerusalém, sustenta a tese argumentando que é de se estranhar que os essênios, uma vez autores dos manuscritos, não façam qualquer referência a si próprios nos textos. "Que eles não sejam os autores não é novidade, muitos especialistas já defendiam isso", afirma o teólogo Pedro Vasconcellos, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

www.portasABERTAS.org.br

Estudo revela que os essênios, grupo judaico ao qual se atribui a autoria dos pergaminhos que registram o início da era cristã, podem nunca ter existido

O alicerce dessa história, porém, foi abalado na semana passada pela israelense Rachel Elior, uma professora de misticismo judaico. Depois de passar uma década lendo minuciosamente os pergaminhos, ela concluiu que os essênios nunca existiram: "Eles são uma lenda", afirma.

Muito do que se sabe, hoje, sobre os essênios foi escrito por Flavio Josefo, um historiador que viveu no século I d.C. Ele relatou também as trajetórias de saduceus e fariseus, outros dois grupos religiosos que existiram na era cristã no território que hoje é Israel. Segundo Josefo, os cerca de quatro mil essênios viveram em oposição ao mandamento bíblico que exigia o matrimônio e a procriação, não se alimentavam de animais mortos, ficavam imergidos na água a cada manhã e proibiam a expressão da raiva. Práticas que os elevariam à condição de uma sociedade dissidente e esotérica, não fosse sua história uma utopia, como defende a professora Rachel. Para ela, quando se refere aos essênios, Josefo, considerado pelos judeus um dos maiores historiadores da época, estaria exercitando a literatura e não uma descrição histórica. "Não faz sentido haver milhares de pessoas vivendo de forma contrária à lei judaica e não existir qualquer referência a elas em nenhum texto hebraico ou aramaico", diz a israelense.

A quem caberia, então, a paternidade dos manuscritos? De acordo com a professora da Universidade de Jerusalém, os escritores se identificam nos textos como sacerdotes filhos do judeu saduceu Zadok, um grupo mais vinculado ao judaísmo oficial de Jerusalém. "É problemático (eles serem os autores) porque os manuscritos revelam manifestações ou tendências não tão alinhadas à ortodoxia daquela época. Portanto, ou são a expressão de uma dissidência judaica ou de um judaísmo multifacetado", pondera Vasconcellos, da PUC. "No fim das contas, Rachel quis substituir um grupo por outro. Mas a discussão daqui para a frente tem de ser sobre a existência ou não dos essênios." Esse é o enigma.

para ler mais Clique Aqui.

11/11/2008

Polvo da antartida é fossil vivo

BIOLOGIA

Polvo da Antártida é "fóssil vivo" de molusco ancestral
M. Rauschert/Censo da Vida Marinha

Espécimes de polvo coletados pelo Censo da Vida Marinha

DA REUTERS Uma espécie de polvo que viveu há 30 milhões de anos em águas profundas perto da Antártida foi a ancestral da maioria das espécies desse tipo de animal que existem hoje. A descoberta surgiu a partir de um censo de animais marinhos que ainda está em andamento, mas já encontrou o parente mais próximo desse polvo ancestral, entre diversas outras criaturas.
O molusco Megaleledone setebos provavelmente se espalhou pelo mundo durante o período geológico em que boa parte do oceano Austral ficou recoberta por gelo, uma mudança ambiental que fez com que correntes marinhas ricas em oxigênio passassem a fluir para o norte.

leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1111200802.htm

11/08/2008

Gene de cão dá pista em doença humana - 08/11/2008

Folha de S.Paulo - Gene de cão dá pista em doença humana - 08/11/2008:

"
Gene de cão dá pista em doença humana

Grupo americano descobre mutação que pode levar a pedra no rim em humano e na bexiga em dálmata"

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www.ICQ.com/147889677