10/16/2006

Mate os velhinhos de susto: The Killers no seu Claro



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Validação de diplomas de teologia

Irmãos:

Eu não tenho mais informações sobre a matéria que retirei do site da Folha Gospel.

No princípio do ano este assunto foi amplamente debatido no grupo "Irmãos Batistas Brasileiros", pois o Pastor Rômulo havia postado uma matéria que dizia que o seu Seminário em Santa Cruz-Rio estava gabaritado a validar os diplomas através de convênio com duas faculdades, o assunto não se aprofundou porque o Pastor Rômulo saiu do grupo devido críticas (não sei se fundadas ou infundadas) com relação ao "comércio" da validação e alguns indicavam que o Seminário do Sul estava prestes a conseguir tal autorização, assim como as Teológicas de São Paulo e Paraná e que a busca de alternativas atrapalharia a obtenção de recursos pelo Seminário do Sul.

Como pode ser visto na matéria abaixo a Associação Brasileira de Psicanálise Clinica está envolvida no processo e, portanto o Pastor Rômulo deve ter mais detalhes, pois é um dos líderes de tal entidade.

O endereço do Pastor Rômulo é Rômulo Vieira Telles mailto:rvtelles@uol.com.br; estou enviando cópia deste e-mail para ele para que nos possa informar mais detalhes.

Lembramos ainda que o Pastor Silvino Neto montou uma ONG para ajudar no encaminhamento do processo de validação de diplomas de teologia.

Em Cristo, Vital.
"Ter, 3 de Jan de 2006 10:53 am
Distinto colega Pr. Vital. Graça e Paz!

Nosso Seminário é conveniado com duas Faculdades de Teologia credenciadas pelo MEC. Como parceiros, ministramos o Curso de Integralização, e dependendo da total impossibilidade da presença do interessado, enviamos o teste de proficiência para ser feito na casa do Bacharel.
Sempre às suas ordens.
No amor de Jesus/Pr. Rômulo"



"neiluiz.pereira" <neiluiz.pereira@ig.com.br> escreveu:
Vital
Favor informar endereço do local onde será feito tal vestibular.
Em Cristo
Pr Nei Luiz

FG News : Diplomas de padres, pastores e afins serão regulamentados pelo MEC
em 10/09/2006 11:09:27 (594 leituras)
A partir do dia 30 de setembro os padres, pastores, presbíteros, diáconos e todos os religiosos terão a oportunidade de ter seus diplomas de curso de teologia convalidados a ser diploma de curso superior.

Um primeiro vestibular acontece nesta mesma data para oficializar o processo.

A iniciativa é do deputado federal João Miguel Feu Rosa (PP) que recebeu a proposta da Associação Brasileira de Psicanálise Clinica (ABPC), que é presidida por um pastor da igreja Batista.

De acordo com pastor Batista Edson Messias Ribeiro, idealizador do projeto, cerca de 90% dos padres e pastores capixabas serão beneficiados. O pastor explica que nove mil religiosos têm curso de bacharel em teologia, mas de seminários não regulamentados pelo Ministério da Educação (MEC).

Através da medida, mediante a realização de quatro provas (duas por semestre), os padres, pastores, presbíteros, diáconos e afins, que têm curso de teologia mas não são diplomados, receberão o diploma de curso superior. A convalidação será feita pela Universidade de Iguaçu (no município de Nova Iguaçu, RJ). A universidade foi autorizada pelo MEC a convidar esses bacharéis a participar dos exames.

A universidade fez uma parceria com a ABPC e o Instituto de Educação Capixaba (IEC), e o primeiro vestibular está marcado para o dia 30 de setembro.

De acordo com o pastor Messias as provas terão custo baixo e os religiosos passarão da condição de 2º Grau para Nível Superior. Edson Messias afirma que isso não foi possível antes porque nunca foi do interesse dos seminários o reconhecimento pelo MEC.

Fonte: Rede SIM



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"Se ministério, seja em ministrar; se é ensinar haja dedicação no ensino". Romanos 12:7

MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA
TRABALHANDO PARA EDIFICAÇÃO DA IGREJA

10/09/2006

tirinha de angeli



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Erlon Eduardo
www.icq.com/147889677
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10/08/2006

O impeachment de mim mesma - Bráulia Ribeiro

O impeachment de mim mesma
Pela primeira vez, pediram na Câmara dos Deputados a cassação do presidente Lula. Sinto-me como quem carrega um caixão na avenida, olhando para os viúvos e as viúvas ao meu lado chorando. Acompanho meu próprio enterro, apesar de estar do lado de fora, segurando uma das alças. Também me vejo pelo vidro deitada lá dentro; a cara de cera, os lábios sem expressão.

Meu presidente operário era o Brasil no palácio. Os gestos de povo, a fala errada, a franqueza, a dona Marisa, as festas juninas. Brasileiro e brasileira com erros e acertos, com nossa estupidez encantadora no exterior estampada de verde e amarelo, nosso sofá das Casas Bahia, nossa cachacinha às vezes demasiada, nossa crendice ora evangélica, ora mariólatra, mas sempre presente.

Fé evangélica, mente marxista, prática de vida animista — denunciou um amigo meu, especialista em tendências, depois de fazer uma pesquisa com crentes de várias denominações evangélicas. Fiquei chocada. Imaginava que nossa cosmovisão não era exatamente bíblica, mas não esperava isto. Eu deveria ter observado os frutos — o que estamos produzindo de transformação social — para chegar à mesma conclusão: nossa mente não é cristã, ainda que nossa fé o seja.

O povo evangélico e o Governo são irmãos por parte de mente. Não é de admirar que pensemos assim, uma vez que nosso sistema educacional, do ensino fundamental à faculdade, repousa nas costas de elefantes ideológicos derivados toscamente do que sobrou do marxismo.

– A responsabilidade pelo que me acontece é sempre dos outros: do diabo, das elites, do presidente, das classes dominantes...

– Ninguém pode mudar seu próprio destino ou o de seu país; isso cabe ao Estado, às instituições ou à luta de classes.

– Pobreza não tem nada a ver com moralidade ou com esforço próprio. Quem é rico é intrinsecamente culpado por ter, mas o pobre é sempre uma vítima do sistema.

– Não há maneiras honestas de se enfrentar o sistema, já que a honestidade é mera ilusão. No meio político só se lida com ele corrompendo-o, torcendo-o, manipulando-o. No meio religioso, animisticamente, esperamos que algum ritual de oração, alguma novena, algum dízimo milagroso, algum óleo mágico, ou a vontade inexorável de Deus, produzam metafisicamente os resultados que esperamos.

A ética calvinista do trabalho, responsável pela transformação social de muitos países protestantes, afetou pouco nossa mente, que separa o secular do sagrado como se fossem territórios inimigos. Trabalho secular para quê? Temos nossa responsabilidade cristã restrita às coisas sagradas, ao que é de Deus, da igreja... Se eu cumprir minhas obrigações religiosas com diligência, não importa muito como eu vivo. O que me faz um bom cristão é o quão religioso sou (se sei orar e pregar) e não se sou justo, trabalhador ou honrado. Para a igreja vale tudo: roubar no trabalho, fazer leis que beneficiem apenas os cristãos e não a sociedade como um todo, usar dinheiro público para construir templos. Afinal é o crescimento do reino que estamos promovendo. Meu sim pode ser não e meu não, sim; depende de quanto vou levar.

Minha esperança para o futuro não está em Deus nem em mim mesma, mas em algum herói fictício que espero surgir no horizonte. Lá vem o super-pastor (ou o super-presidente), com seu terno cheio de bugingangas poderosas, a Bíblia mágica que queima meus pecados e suas conseqüências na minha vida, a oração de raios que faz aparecer benefícios milagrosos do nada ou uma medida provisória que transforma 500 anos de tradição cultural em segundos.

A derrocada do presidente é minha. Quando o enterrarem verei meus olhos em seu rosto desapontado. A pergunta dele será a minha: "Por que, se eu estava fazendo tudo certo no papel de super-herói?".

No entanto, se esse dia fatídico não chegar — afinal, minha ética não é confiável, e as leis são feitas para que eu as molde às minhas necessidades —, quero me adiantar e declarar a todos: "Nós, povo brasileiro, estamos impedidos de nos governar!".


Bráulia Ribeiro é missionária em Porto Velho, RO, e presidente da JOCUM – Jovens com Uma Missão. http://www.ultimato.com.br/braulia_ribeiro@yahoo.com