2/03/2007

MÃOS LIMPAS


Paulo Roberto Barbosa (um cego na internet)
JesusSite

"Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração" (Salmos 24:3, 4)

Susana Wesley foi uma das grandes mães da história. Um dia, uma de suas filhas quis fazer algo que, embora não muito ruim, não era correto. Ao tentar demonstrar à filha que seu desejo não era bom, sentiu que a mesma não ficou plenamente convencida. Mais tarde,

Susana e a filha sentaram-se perto da lareira que, naquele momento, estava apagada. Virando-se para a filha, e apontando para o local do fogo, disse:

"Pegue aquele pedaço de carvão que está bem em cima."

"Eu não quero, mamãe," respondeu a menina.

"Pode pegar," continuou a mãe, "o fogo está apagado, não queimará você."

"Eu sei que não me queimará, " respondeu a filha, "mas minha mão ficará enegrecida."

"Exatamente," disse Susana Wesley. "Aquele prazer não lhe queimará, mas enegrecerá você. Deixe-o para lá."

Enganamo-nos quando pensamos que certas coisas são muito pequenas para causar algum dano à nossa vida. Achamos que uma pequena dose de bebida não nos deixará embriagados, que uma única aposta não nos transformará em viciados no jogo, que uma pequena mentirinha não nos trará problema algum.

Mas é claro que estamos equivocados. O alcoólatra começou com um pequeno copo, o drogado com uma pequena experiência ou curiosidade sem importância, o mexeriqueiro com um simples comentário. Toda escada tem um primeiro degrau a subir.

Deixemos de lado tudo aquilo que, mesmo aparentemente insignificantes, possam de alguma forma manchar a nossa expectativa de uma vida plena e vitoriosa. Peçamos a orientação de Deus em cada passo a seguir, para que nada interfira em nossa busca da verdadeira alegria e bênçãos que só o Senhor pode nos dar.

Mantenha suas mãos limpas e seu coração puro. Assim Deus será glorificado em todas as suas atitudes.


VOCÊ FICARIA DE PÉ?

Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos, na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

Havia um Professor de filosofia que era um ateu convicto. Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe.

Os estudantes sempre tinham medo de argí-lo por causa da sua lógica impecável. Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam. No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos:

- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!"

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria:

- Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse. Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!"

E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO. A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir.

Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé. Bem... Há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé... Ao menos era seu desejo. Finalmente o dia chegou. O professor disse:

- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!"

O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala. O professor gritou:

- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!"

E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz. Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça... Encarou o jovem e... Saiu apressadamente da sala. O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus.

EU ESTOU DE PÉ!!! Alguém me acompanha?


O PODER DA LÍNGUA


Por volta do ano 2000 antes de Cristo, um mercador grego, rico, queria dar um banquete com comidas especiais. Chamou seu escravo e ordenou-lhe que fosse ao mercado comprar a melhor iguaria. O escravo voltou com belo prato, coberto com fino pano. O mercado removeu o pano e assustado disse:

- Língua? Este é o prato mais delicioso?

O escravo sem levantar a cabeça, respondeu:

- A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que você pede água, diz "mamãe", faz amizades, conhece pessoas, distribui seus bens, perdoa. Com a língua, você conquista, reúne as pessoas, se comunica, diz "meu Deus", ora, canta, conta histórias, guarda a memória do passado, faz negócios, diz "eu te amo".

O mercador, não muito convencido, quis testar a sabedoria do seu escravo e o enviou novamente ao mercado, ordenando-lhe que trouxesse o pior dos alimentos. Voltou o escravo com lindo prato, coberto por fino tecido, que o mercador retirou, ansioso, para conhecer o alimento mais repugnante.

- Língua, outra vez! Diz o mercador, espantado.

- Sim, língua, diz o escravo, agora mais altivo. É a língua que condena, separa, provoca intrigas e ciúmes. É com ela que você blasfema e manda para o inferno. A língua expulsa, isola, engana o irmão, responde para a mãe, xinga o pai...

A língua declara guerra! É com ela que você pronuncia a sentença de morte.

Não há nada pior que a língua, não há nada melhor que a língua.

Depende do uso que se faz dela.

"A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero" Tiago 3:8

"Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas" Provérbios 20:3
Autor desconhecido.
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Com carinho
Beni


2/02/2007

chorei ao ler e meditei no quanto estou longe de ser um Cristão Genuino.

          Éramos a única família no restaurante com uma
          criança.
        
            Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e
          notei que todos estavam
          tranqüilos, comendo e conversando.
        
            De repente, Daniel gritou animado, dizendo: "Olá,
          amigo!", batendo na mesa
          com suas mãozinhas gordas.
        
            Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e
          sua boca mostrava a falta
          de dentes.
        
            Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
        
            Eu olhei em volta e vi a razão de seu
          contentamento.
        
            Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos
          ombros, sujo, engordurado
          e rasgado.
        
            Suas calças eram trapos com as costuras abertas
          até a metade, e seus dedos
          apareciam através do que foram, um dia, os sapatos.
        
            Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido
          penteado por muito
          tempo.
        
            Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
        
            Estávamos um pouco longe dele para sentir seu
          cheiro, mas  asseguro que
          cheirava mal.
        
            Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
            "Olá, neném. Como está você?", disse o homem a
          Daniel.
        
            Minha esposa e eu nos olhamos:
            "Que faremos?".
        
            Daniel continuou rindo e respondeu, "Olá, olá,
          amigo".
        
            Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram
          para o mendigo.
        
            O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
        
            Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o
          nosso filho como um
          bebê.
        
            Ninguém acreditava que o que o homem estava
          fazendo era simpático.
                      Obviamente, ele estava bêbado.
        
                      Minha esposa e eu estávamos
          envergonhados.
        
                      Comemos em silêncio; menos Daniel que
          estava superinquieto e
          mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a
          quem conquistava com suas
          criancices.
        
                      Finalmente, terminamos de comer e nos
          dirigimos à porta.
        
                      Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe
          disse que nos
          encontraríamos no estacionamento.
        
                      O velho se encontrava muito perto da
          porta de saída.
        
                      "Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes
          que este louco fale com
          Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do
          homem.
        
                      Estufei um pouco o peito, tratando de
          sair sem respirar nem um
          pouco do ar que ele pudesse estar exalando.
        
                       Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou
          rapidamente na direção
          onde estava o velho e estendeu seus braços na
          posição de "carrega-me".
         
                      Antes que eu pudesse impedir, Daniel se
          jogou dos meus braços
          para os braços do homem.
        
                      Rapidamente, o velho fedorento e o
          menino consumaram sua relação
          de amor.
        
                      Daniel, num ato de total confiança, amor
          e submissão, recostou
          sua cabeça no ombro do desconhecido.
        
                      O homem fechou os olhos e pude ver
          lágrimas correndo por sua
          face.
        
                      Suas velhas e maltratadas mãos, cheias
          de cicatrizes, dor e
          trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam
          as costas de Daniel.
        
                      Nunca dois seres haviam se amado tão
          profundamente em tão pouco
          tempo.
        
                      Eu me detive, aterrado. O velho homem,
          com Daniel em seus
          braços, por um momento abriu seus olhos e olhando
          diretamente nos meus, me
          disse com voz forte e segura:
        
                      "Cuide deste menino".
        
                      De alguma maneira, com um imenso nó na
          garganta, eu respondi:
                      "Assim o farei".
        
                       Ele afastou Daniel de seu peito,
          lentamente, como se sentisse
          uma dor.
        
                      Peguei meu filho e o velho homem me
          disse:
                      "Deus o abençoe, senhor. Você me deu um
          presente maravilhoso".
        
                       Não pude dizer mais que um entrecortado
          "obrigado".
        
                      Com Daniel nos meus braços, caminhei
          rapidamente até o carro.
        
                      Minha esposa perguntava por que eu
          estava chorando e segurando
          Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
                      "Deus meu, Deus meu, me perdoe".
        
                      Eu acabava de presenciar o amor de
          Cristo através da inocência
          de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez
          nenhum juízo; um menino
          que viu uma alma e uns adultos que viram um montão
          de roupa suja.
        
                      Eu fui um cristão cego carregando um
          menino que não o era.
        
                      Eu senti que Deus estava me perguntando:
                      "Estás disposto a dividir seu filho por
          um momento?", quando Ele
                      compartilhou Seu Filho por toda a
          eternidade.
        
                      O velho andrajoso, inconscientemente, me
          recordou:
                      Eu asseguro que aquele que não aceite o
          reino de Deus como um
          menino, não entrará nele." (Lucas 18:17).
        
                      Apenas repita esta frase e verá como
          Deus se move:
                      "Senhor Jesus Cristo, te amo e te
          necessito, entre em meu
          coração, por favor".
        
                      Passe esta mensagem a algumas pessoas
          especiais.
                      Receberá um milagre amanhã.
        
                      NÃO O IGNORE E ELE TE ABENÇOARÁ!!
        


PS: NÃO A  ESTOU REPASSANDO COMO CORRENTE, SIMPLESMENTE PORQUE ACHEI
BELÍSSIMA A MENSAGEM.