3/13/2007

Brasil já tem mais de 100 mi de celular =?UTF-8?Q?es, _mas_usu=C3=A1rios_falam_pouco_no_aparelho?=



 
09/03/2007 - 16h29
InfoMoney

SÃO PAULO - O número de celulares em uso no Brasil já ultrapassou a marca de 100 milhões em janeiro, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Entretanto, a quantidade média mensal de minutos (MOU) em celular utilizada pelo brasileiro é baixa (80 minutos), se comparada com outros países.

O dado foi divulgado na última quinta-feira (08) pelo presidente da Associação Nacional das Prestadoras de Celulares (Acel), Ercio Zilli, em evento que comemorou a marca dos 100 milhões.

MOU médio
O MOU médio da Argentina é o maior da América Latina, com 117. Em seguida, estão o México (116), Chile (112), Colômbia (109) e Venezuela (103) e, atrás do Brasil, encontra-se somente o Peru (68).

Dentre os primeiros colocados, estão os Estados Unidos (832), Hong Kong (460), Índia (442), Canadá (411) e Tailândia (380).

Motivos
No evento, o presidente da Acel declarou que um empecilho para o desenvolvimento do mercado de celulares no Brasil são os altos custos. Além disso, ele citou que deveria haver discussões sobre uma regulamentação (postos de atendimento e validade de créditos), exigências ambientais e urbanísticas e judiciais (quebra de sigilo e cadastro).

Outro motivo apontado por ele como entrave para o crescimento é a alta carga tributária. A soma do ICMS, Pis e Confins, tributação incidente no uso dos celulares, varia de 28,65% a 38,65% nos estados brasileiros.

Tributos
Segundo dados divulgados pela Teleco no ano passado, a receita líquida por minuto (ARPM), que declara a quantidade de tributos, se demonstra alta em países com baixo MOU. Isso quer dizer que os impostos pagos estão entre os motivos que inibem a utilização do celular pelos consumidores.

No Brasil, os impostos somam 3,7%, adicionados a 25% em ICMS, o que totaliza uma ARPM de US$ 0,23 por minuto. O segundo país com maior tributo sobre o serviço é o México, com 15% e ARPM de US$ 0,14 por minuto.

--
Erlon Eduardo
cel: +55xx11-9266-8268
www.icq.com/147889677

3/05/2007

Tipos de homem




As consumidoras classificaram os diversos tipos de
Homens, ligando-os aos produtos que consomem (ou que
não consomem):

Homem Nescau: Energia que dá gosto
Homem BomBril: Mil e uma utilidades.
Homem Ponto Frio: O bonzão.
Homem Casas Bahia: Dedicação total a você.
Homem Tenaz: Só descole se for capaz!
Homem Redbull: Te dá asas.
Homem Brahma: O número 1.
Homem Havaianas: Todo mundo usa.
Homem Celular: Agora está vivo.
Homem C&A: Abuse e use!
Homem Avanço: Você usa, elas avançam.
Homem Maisena: Você mexe e ele engrossa.
Homem 0800: É grátis!
Homem 0300: É caro e não vale a pena!
Homem Procon: Vive cheio de reclamações.
Homem Kaiser: Você merece...
Homem Ray-O-Vac: Te deixa ligadona.
Homem Ferrari: É muito rápido.
Homem Volkswagen: Você conhece, você confia.
Homem MasterCard: Não tem preço.
Homem PlanoReal: Nada sobe.
Homem 51: Geralmente dá dor-de-cabeça.
Homem Playcenter: Para ao menos alguns segundinhos de
diversão...
Homem Miojo: 3 minutos e ele está pronto.
Homem Conta-Corrente: sem dinheiro, não serve para nada
Homem Liquidificador: você precisa de um, mas não está
bem certa por quê.
Homem Café: os melhores são os bem- fortes e quentes,
que lhe deixam acordada a noite toda.
Homem Propaganda: desconfie de tudo que eles falam.
Homem Computador: difícil de entender e sem memória
suficiente.
Homem Mercosul: demoram muito para funcionar a pleno
vapor.
Homem Horóscopo: sempre falam o que você deve fazer e
geralmente estão errados.
Homem Carro Velho: se você não empurrar, não anda.
Homem Rímel Para os Olhos: eles normalmente vão embora
no primeiro sinal de emoção.
Homem Vaga de Estacionamento: geralmente os bons já
estão ocupados.
Vai dizer que não é verdade???

 
As relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a
arte de conversar". Friedrich Nietzsche, filósofo, ALE, 1844-1900

LIVRO.


 


O MERCADOR DE TAPETES
"História baseada no conto publicado na coletânea Best American Short Sotries, em 2002".

Esta é uma história que atravessa continentes, derruba costumes tradicionais e mostra como o amor, a tolerância e a sensibilidade podem habitar até mesmo aqueles que vivem sob o regime do Alcorão. O mercador de tapetes é um romance que mostra a história de um imigrante iraniano, a esposa que vive em seu país de origem e uma jovem estudante americana que descobre os primeiros encantos e descobertas do amor.

Ushman Khan é um iraniano que vive em Nova York há três anos vendendo um tipo especial de produto: exclusivos tapetes persas feitos à mão. Após um trágico terremoto em sua terra natal, que levou à completa destruição de duas de suas tecelagens, o mercador decide tentar ganhar a sorte na tão sonhada América, com o objetivo de, no futuro, levar sua esposa Farak, uma mulher fiel e dedicada cuja vida se resume em prestar cuidados à mãe enferma do marido. A saudade é grande e a culpa perturba sua mente. O casal tem planos de ter filhos, mas um grande trauma assombra sua esposa, impossibilitada de ter a dádiva da maternidade em virtude de recorrentes complicações de parto.

Do outro lado do Atlântico, sempre preocupado em dar o melhor atendimento a seus clientes, em especial à Sra. Roberts, uma excêntrica milionária responsável por mais da metade do faturamento da loja de Ushman, dois fatos mudam definitivamente a vida do mercador: o encontro com Stella, uma jovem e encantadora estudante americana, e a notícia de sua esposa de que está pedindo o divórcio, pois, na ausência do marido, acabou encontrando um novo amor que a levará para morar em Istambul, onde ela planeja criar a criança que está para nascer, pois, finalmente, está grávida, de outro homem.

Ushman e Stella começam uma dança inábil de descobertas mútuas. A confusão interna passa a ser total com um misto de alívio com culpa e um forte remorso, principalmente depois que descobre que a ex-esposa conseguiu gerar um bebê sadio.

O mercador de tapetes é uma história emocionante que reserva ao leitor um fim surpreendente pelo comportamento de seus personagens e que, sem dúvida, chamará a atenção para as conseqüências do amor fugaz, o trauma do amor perdido, as disparidades de convergências de culturas opostas e a habilidade humana de se realizar mesmo em lugares inesperados.

ISBN - 978-85-7775-002-3
CODIGO DE BARRAS - 9788577750023
FORMATO - 15 x 23 cm
PÁGINAS - 240
PREÇO - R$ 39,90

MEG MULINS
Obteve seu mestrado em Belas Artes na Universidade de Colúmbia. A história na qual se inspirou para escrever O mercador de tapetes foi publicada na coletânea Best American Short Stories, em 2002. Ela mora em Albuquerque, Novo México.