3/13/2007

Celulares 3G: qual será o impacto social de tanta tecnologia à mão?

InfoMoney

SÃO PAULO - Os celulares de terceira geração são o que há de mais multifuncional no mercado de eletrônicos. Além de fazer ligações e enviar e receber mensagens de texto, esses aparelhos acessam à internet, tiram fotos, baixam, transferem e arquivos audiovisuais com rapidez e qualidade.

Tanta tecnologia à mão das pessoas não poderia deixar de causar um impacto social, ainda mais com a proliferação do celular, que está cumprindo melhor que o computador seu papel na tarefa da inclusão digital entre as camadas de baixa renda.

Pensando nisso, as Motorola, uma das fabricantes de celulares líderes do mercado, resolveu realizar um estudo sobre as influências dos chamados 3Gs na vida dos usuários.

O celular e o indivíduo
Um dos pontos estudados é como os aparelhos mexem com as questões individuais de uma pessoa. Contrariando as críticas mais comuns relativas ao assunto de que eles causam dependência nos usuários, a pesquisa concluiu que o celular está apenas ocupando o espaço de outros acessórios.

Por exemplo: nos países asiáticos onde o uso de tecnologia é mais intenso, como Japão e Coréia do Sul, há a preocupação em relação aos jovens da geração dos dedos, como são chamados, pela intensiva digitação em computadores e celulares e uso dos controles de videogames.

Alguns deles com problemas de baixa auto-estima se vêem dependentes do aparelho para se afirmarem, seja pelo número de contatos ou pelo tipo de conteúdo que carregam.

Amigo ou vilão?
Porém, o estudo ressalta um outro lado da moeda. A memória do celular, usada para guardar imagens, vídeos, músicas e etc, não passa de substituta de cadernetas e folhetos.

Antigamente, anotávamos telefones e nomes de ruas e guardávamos panfletos com informações úteis. Hoje em dia, as pessoas estão destacando o papel do aparelho para guardar essas informações no celular. Basta tirar uma foto do itinerário do trem, da placa da rua e assim por diante.

Além disso, é inegável que essas tecnologias agregaram novos hábitos. Se eles são benéficos ou prejudiciais, só o tempo poderá mostrar.


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Player de música digital ou celular com essa função? Saiba qual é a tendência

Celular: preço de SMS poderia ser menor no Brasil


Por: Flávia Furlan Nunes
18/01/07 - 11h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Os celulares caíram no gosto dos consumidores e já passaram de 99 milhões de unidades em todo o Brasil, segundo dados da Anatel referentes ao mês de dezembro deste ano.

No entanto, seus serviços ainda precisam ser barateados, para que haja expansão do segmento. Um exemplo desta situação são as mensagens SMS, que são caras no Brasil se comparadas com outros países, o que faz com que os consumidores limitem o uso do serviço.

Número de mensagens
Caras, as mensagens utilizadas pelos brasileiros representam grandes ganhos às operadoras. No País, são enviados cerca de 500 milhões de torpedos (SMS) mensalmente, taxa baixa na comparação com Portugal, onde essa marca representa menos de 50% das mensagens enviadas.

Além disso, com relação a um país próximo ao Brasil, a Venezuela, a diferença é ainda mais significativa. Enquanto os brasileiros enviam de 5 a 6 mensagens mensalmente por celular, na Venezuela são 140 SMS por aparelho a cada mês.

Custo dos torpedos
A diferença no número de envio de mensagens de celular é causada porque o custo do serviço no Brasil ainda é muito alto. Enquanto um brasileiro paga US$ 0,15 para enviar um SMS, um venezuelano gasta US$ 0,03.

Segundo estudo realizado pela UIT (União Internacional de Telecomunicações), com 186 países de todo o mundo, o Brasil se encontra na 151ª posição. Atrás, no entanto, de países como Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, que têm tarifas de SMS maiores, de US$ 0,19 por SMS.

A alta carga tributária brasileira é apontada como um dos principais motivos para que os serviços de mensagens de telecomunicações brasileiros sejam tão caros, de acordo com estudo da GSM Association.

Menor preço diminui receita de empresas
De acordo com a Teleco, um menor custo do SMS poderia provocar, inicialmente, a queda na receita das operadoras de telefonia móvel. No entanto, elas devem pensar que podem vir a ganhar, já que mais pessoas irão aderir à prática.

Um dos motivos para que as empresas não diminuam os valores é o de o SMS ser o principal componente de suas receitas, com representação de cerca de 60% entre a Vivo e a TIM.