7/29/2007

Nordeste





Tenho orgulho de ser NORDESTINO.
Bahia é minha vida.

Frase do dia


Tamize disse:
Vá pros infernos, seu bosta!
- 26 de Julho de 2007

Linda frase dita pela minha irmã, quem eu considero muito ela era minha amiga e confidente, e neste dia é comemorado o Dia Internacional do Eu Te Amo. Esta frase esta na minha pagina do Orkut.
Vou guarda-la de recordação, para sempre lembrar que os nossos traidores são as pessoas mais proximas e o beijo de Judas é dado pela pessoa que não esperamos, aquela em quem mais confiamos.

7/15/2007

livro, Meninas inseparaveis.

MENINAS INSEPARAVEIS
LORI LANSENS

ISBN: 9788525043191
Editora: GLOBO

Acolhido com entusiasmo pela crítica internacional, o romance The Girls conquistou o Richard and Judy Award como um dos três melhores títulos publicados na Inglaterra em 2006, além de ter ocupado por várias semanas a lista dos mais vendidos no Reino Unido. De lá para cá, o livro tem conquistado fãs incondicionais. Entre eles, admiradores de prestígio como a escritora chilena Isabel Allende, que classificou a obra como uma história extraordinária, por sua mescla de tragédia e comédia temperada com ingredientes como amor, vínculo espiritual, lealdade e humanismo.

Narrado ora por Rose, ora por Ruby, o livro mostra como as mesmas experiências de vida podem produzir interpretações absolutamente distintas, conforme a perspectiva do observador. Com delicadeza e poesia, Lori Lansen passa ao largo do clichê maniqueísta dos gêmeos de comportamentos opostos.

Suas protagonistas se revelam personagens ricos, contraditórios, repletos de nuances e - como todos nós - muitas vezes são o contrário daquilo que gostariam de aparentar. Ao longo da trama, a candidata a escritora Rose se revela bem menos consciente e madura do que sua auto-imagem sugere, ao mesmo tempo em que a supostamente frívola Ruby se assume como mulher assertiva, com aguda visão da realidade.

A cidade Sol, novo livro do autor de O caçador de pipas.

Desta vez, Cabul é feminina
“A cidade do Sol”, de Khaled Housseini, no prelo. Em novo romance, autor de “O caçador de pipas” troca o universo masculino pela abordagem dos infortúnios das afegãs
por Michiki Kakutani
Divulgação
Khaled Housseini
Não é difícil entender por que o primeiro romance de Khaled Housseini, “O caçador de pipas” (2003), tornou-se um grande best seller, com base, principalmente, no boca a boca e em sua popularidade em clubes de livros e grupos de leitura.

O romance foi lido como uma espécie de variante moderna de “Lord Jim”, de Conrad, no qual o herói passa a vida se redimindo por um ato de covardia e traição cometido em sua juventude. O livro não só deu aos leitores um olhar intimista sobre o Afeganistão e as dificuldades da vida ali, mas também exibiu os talentos narrativos acessíveis e antiquados do autor: seu gosto por tramas melodramáticas; personagens desenhadas de modo rígido, em preto e branco; e emoções elementares pesadas.

Enquanto “O caçador de pipas” tinha foco em pais e filhos e em amizades entre homens, seu último romance, “A cidade do Sol” previsto para ser lançado no Brasil, pela Nova Fronteira, no segundo semestre, está focado em mães e filhas e em amizades entre mulheres.

Enquanto “O caçador de pipas” partiu de um começo cativante e tropeçou em artifícios e sentimentalismo em sua segunda metade, “A cidade do Sol” começa programaticamente e ganha velocidade e potência emocional à medida que vagarosamente se desenrola.
Leia na integra.