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ERLON EDUARDO
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| Rui Arala Chaves |
Os serviços de Medicina Nuclear do Brasil correm o risco de parar completamente por falta de tecnécio-99m, material usado na realização de exames, importantes no diagnóstico de várias doenças, em especial, as oncológicas e cardíacas.
A MDS Nordion, uma das maiores produtoras, parou seu reator para manutenção com previsão de retorno apenas para meados de janeiro de 2008 e, até momento, nem os órgãos governamentais e nem as empresas brasileiras encontraram alternativas para a importação deste produto. A crise é internacional e afeta a Medicina Nuclear de todo o planeta.
A Sociedade Brasileira de Biologia e Medicina Nuclear (SBBMN) está buscando soluções junto às entidades competentes, está informando os mais de 400 serviços de Medicina Nuclear espalhados por todo o território nacional sobre o andamento da crise e estima que até a próxima semana mais nenhum paciente poderá ser atendido nesses serviços, o que pode comprometer drasticamente o tratamento dessas pessoas.
Essa situação, sem precedentes na história da Medicina Nuclear poderá ter conseqüências catastróficas sobretudo porque impede a realização da maioria dos exames cintilográficos, o que deixa os pacientes sem qualquer possibilidade de assistência nesta área.