Agora, todas as operadoras têm que
desbloquear os aparelho dos seus
clientes.
Conheça e entenda o que diz o regulamento.
A partir de 13 de fevereiro, o novo regulamento de telefonia móvel
(Regulamento do SMP - Anatel) determina que todas as operadoras
desbloqueiem os aparelhos dos seus clientes, sem cobrar nada.
Art. 81. O Usuário deve ser informado sobre os aspectos relativos
às programações incluídas nas facilidades dos Planos de Serviço e
eventuais bloqueios na Estação Móvel ou na Central de Comutação
e Controle, antes de qualquer ato que indique adesão ao plano.
Isso quer dizer que agora você tem direito de receber informações
completas antes de assinar contrato com a operadora. Ou seja: você
precisa ser informado, antes da compra, sobre qualquer bloqueio de
aparelho.
§2º É vedada a cobrança de qualquer valor quando do desbloqueio
de Estação Móvel.
O parágrafo segundo do mesmo Artigo 81 não deixa dúvida: é proibido
cobrar para desbloquear aparelhos celulares. O direito de desbloquear
o seu aparelho agora é garantido pela regulamentação. E inteiramente
grátis.
Fonte: Regulamento do serviço móvel pessoal - SMP. Anexo a resolução 477 de 7 de agosto de 2007.
repace esta informação.
2/19/2008
2/15/2008
Cabeça Tubarão
Americanas.com: Livro - Cabeça Tubarão: "Certo dia, Eric Sanderson acorda sem vestígios de memória: não sabe quem é, onde está, nem como foi parar ali. Não encontra nenhuma foto ou documento com seu nome estampado. Como se não bastasse, começa a receber cartas de si mesmo. Guiado por elas, conhece uma psiquiatra, que o recebe no consultório com um diagnóstico tenebroso: amnésia dissociativa, uma forma rara da doença, que arrasta suas lembranças de volta à estaca zero toda vez que ele apresenta algum progresso.
Segundo a médica, Eric perdeu a namorada há três anos em um acidente na Grécia, e desde então começou a apresentar lacunas na memória.
A doença só piorou, e a cada recorrência ?
aquela seria a décima primeira ?
ele lembrava menos.
Porém aos poucos Sanderson descobre que suas memórias não foram perdidas, mas devoradas por um tubarão de idéias que continua em seu encalço. Enquanto foge desse monstro feito literalmente de palavras, vai juntando as pistas de sua identidade perdida, com a ajuda das cartas que enviou para si mesmo do passado.
Entre túneis de palavras, subterrâneos de papel, sociedades secretas de arqueologia, monstros conceituais e amores de carne e osso, Sanderson encontra outro poderoso inimigo de identidades, além de um cientista samurai afundado em papéis e inúmeras figuras pitorescas que se juntam a ele na caçada final.
Cabeça Tubarão é um verdadeiro jogo com o mundo conceitual e o real, e sua originalidade se estende aos truques tipográficos, às criaturas de palavras que saltam de suas páginas e à criptografia de textos. Por todo o livro, há códigos e mistérios a serem decifrados, numa prosa que combina o ritmo frenético de um blockbuster com o refinamento literário de um escritor jovem e promissor."
| Título: Cabeça Tubarão |
| Título Original: |
| Subtítulo: |
| Autor: |
| Tradução: |
| Editora: Companhia das Letras |
| Assunto: Literatura Estrangeira-Romances |
| ISBN: 9788535911046 |
| Idioma: Português |
| Tipo de Capa: |
| Edição: 1 |
| Número de Páginas: 480 |
Americanas.com: Livro - História de Deus, Uma
Americanas.com: Livro - História de Deus, Uma: "O Deus das grandes religiões monoteístas - judaísmo, cristianismo e islamismo - foi, ao longo dos tempos, objeto das mais variadas representações. Mesmo no interior de cada uma dessas tradições, a idéia de Deus e a maneira de vivenciá-lo nunca foram unânimes. É a história complexa e emocionante dessa multiplicidade de abordagens de Deus que Karen Armstrong, uma autoridade em assuntos religiosos com impecáveis credenciais ecumênicas, apresenta com luminosa clareza neste Uma História de Deus. A compreensão das diferentes concepções de Deus no passado e sua relevância e utilidade é, segundo ela, uma maneira de se começar a buscar uma nova concepção de Deus para o século XXI. Um desenvolvimento inevitável, pois, como mostra este livro, não há como negar a arraigada necessidade humana de buscar transcender os limites de sua condição terrena."
Como falar dos livros que nao lemos?
O que é a leitura e para que serve? Neste ensaio lúdico e provocador, Pierre Bayard categoriza os livros: os que não lemos, os que folheamos, aqueles dos quais ouvimos falar e os esquecidos. Nem se fala dos poucos que lemos e dos quais nos lembramos.
O primeiro passo para o desenvolvimento saudável de um leitor, segundo ele, é descartar a vergonha. Na verdade, todos os tipos de leitura e de não-leitura servem para nos ajudar a entender o mundo, a nos relacionarmos com fragmentos de informação. Como Bayard explica, "a não-leitura não é a ausência de leitura. Ela é uma ação verdadeira, que consiste em se organizar em relação à imensidão de livros, a fim de não se deixar submergir por eles. Por isso, ela merece ser defendida e até ensinada". Aqui, os exemplos de leitura são ecléticos: o grande ensaísta francês Michel de Montaigne fazia anotações na última página dos livros, do contrário esquecia por completo o conteúdo. No filme "O Feitiço do Tempo", o personagem de Bill Murray aproveita a bizarra reciclagem de um mesmo dia para realizar o sonho máximo do leitor: achar a alma gêmea bibliográfica. Uma tribo africana questiona o texto de Hamlet de Shakespeare por não acreditar em fantasmas, e este é um exemplo de que às vezes a estranheza rende um entendimento mais rico. O livro, Bayard nos lembra, não é ferramenta para angariar cultura ou impressionar os outros, e sim uma forma de encontrar a si mesmo: "O paradoxo da leitura é que o caminho em direção a si mesmo passa pelo livro, mas deve continuar sendo uma passagem. É uma travessia de livros que o bom leitor realiza, sabendo que cada um deles é portador de uma parte dele mesmo e pode lhe abrir um caminho, se tiver a sabedoria de não parar ali."
| Título: Como Falar dos Livros que Não Lemos |
| Título Original: |
| Subtítulo: |
| Autor: |
| Tradução: |
| Editora: Objetiva |
| Assunto: Lingüística |
| ISBN: 9788573028737 |
| Idioma: Português |
| Tipo de Capa: BROCHURA |
| Edição: 1 |
| Número de Páginas: 208 |
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