7/03/2008

CPMF de volta.

A Câmera dos Deputados aprovou no dia 11 de junho, a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), agora com o nome de CSS (Contribuição Social para a Saúde). Foram 259 fotos favoráveis, 159 contrários e duas abstenções. Apenas dois votos a mais que os 257 necessários para aprovar a proposta que segue agora para o Senado.

Aqui vai a lista dos Deputados Federais que votaram pelo CSS. Veja se o seu deputado se encontra na lista. Se estiver ligue para ele, mande e-mails protestando o voto de confiança que você deu a ele não foi bem representando.

Fico feliz que a minha deputada federal não se encontra nesta lista.

Deputados Federais que votaram pelo SIM par a proposta da nova CPMF:

PCdoB

Aldo Rebelo (SP)

Alice Portugal (BA)

Daniel Almeida (BA)

Edmilson Valentim (RJ)

Evandro Milhomen (AP)

Flávio Dino (MA)

Jô Moraes (MG)

Manuela DÁvila (RS)

Osmar Júnior (PI)

Perpétua Almeida (AC)

Renildo Calheiros (PE)

Vanessa Grazziotin (AM)

PDT

Ademir Camilo (MG)

Brizola Neto (RJ)

Dagoberto (MS)

Damião Feliciano (PB)

Davi Alves Silva Júnior (MA)

Giovanni Queiroz (PA)

João Dado (SP)

Manato (ES (Não

Marcos Medrado (BA)

Mário Heringer (MG)

Paulo Pereira da Silva (SP)

Pompeo de Mattos (RS)

Sérgio Brito (BA)

Vieira da Cunha (RS)

Wolney Queiroz (PE)

PHS

Felipe Bornier (RJ)

Miguel Martini (MG)

PMDB

Alexandre Santos (RJ)

Aníbal Gomes (CE)

Antônio Andrade (MG)

Antonio Bulhões (SP)

Átila Lins (AM)

Carlos Alberto Canuto (AL)

Carlos Bezerra (MT)

Celso Maldaner (SC)

Cezar Schirmer (RS)

Cristiano Matheus (AL)

Darcísio Perondi (RS)

Edio Lopes (RR)

Edson Ezequiel (RJ)

Eduardo Cunha (RJ)

Elcione Barbalho (PA)

Eliseu Padilha (RS)

Eunício Oliveira (CE)

Fátima Pelaes (AP)

Fernando Diniz (MG)

Fernando Lopes (RJ)

Flávio Bezerra (CE)

Gastão Vieira (MA)

Geraldo Pudim (RJ)

Geraldo Resende (MS)

Henrique Eduardo Alves (RN)

Hermes Parcianello (PR)

Ibsen Pinheiro (RS)

Íris de Araújo (GO)

João Magalhães (MG)

João Matos (SC)

Joaquim Beltrão (AL)

Jurandil Juarez (AP)

Leandro Vilela (GO)

Luiz Bittencourt (GO)

Marcelo Almeida (PR)

Marcelo Castro (PI)

Marcelo Melo (GO)

Maria Lúcia Cardoso (MG)

Marinha Raupp (RO)

Mauro Benevides (CE)

Mauro Lopes (MG)

Mendes Ribeiro Filho (RS)

Moacir Micheletto (PR)

Moises Avelino (TO) Abstenção

Natan Donadon (RO)

Nelson Bornier (RJ)

Nelson Trad (MS)

Odílio Balbinotti (PR)

Olavo Calheiros (AL)

Osmar Serraglio (PR)

Osvaldo Reis (TO)

Paulo Henrique Lustosa (CE)

Paulo Piau (MG)

Pedro Chaves (GO)

Pedro Novais (MA)

Professor Setimo (MA)

Rita Camata (ES)

Saraiva Felipe (MG)

Solange Almeida (RJ)

Tadeu Filippelli (DF)

Valdir Colatto (SC)

Veloso (BA)

Vital do Rêgo Filho (PB)

Waldemir Moka (MS)

Wilson Braga (PB)

Wilson Santiago (PB)

Wladimir Costa (PA)

Zé Gerardo (CE)

Zequinha Marinho (PA)

Total PMDB: 78

PMN

Silvio Costa (PE)

PP

Benedito de Lira (AL)

Ciro Nogueira (PI)

Eduardo da Fonte (PE)

Eliene Lima (MT)

Eugênio Rabelo (CE)

George Hilton (MG)

Gladson Cameli (AC)

João Leão (BA)

João Pizzolatti (SC)

José Otávio Germano (RS)

Lázaro Botelho (TO)

Luis Carlos Heinze (RS (Não

Luiz Fernando Faria (MG)

Márcio Reinaldo Moreira (MG)

Mário Negromonte (BA)

Nelson Meurer (PR)

Neudo Campos (RR)

Pedro Henry (MT)

Ricardo Barros (PR)

Roberto Britto (BA)

Simão Sessim (RJ)

Vilson Covatti (RS)

Waldir Maranhão (MA)

PR

Airton Roveda (PR)

Aracely de Paula (MG)

Chico Abreu (GO)

Chico da Princesa (PR)

Dr. Adilson Soares (RJ)

Giacobo (PR)

Inocêncio Oliveira (PE)

Jaime Martins (MG)

José Santana de Vasconcellos (MG)

Leo Alcântara (CE)

Lincoln Portela (MG)

Lucenira Pimentel (AP)

Luciano Castro (RR)

Lúcio Vale (PA)

Marcelo Teixeira (CE)

Marcio Marinho (BA)

Maurício Quintella Lessa (AL)

Maurício Trindade (BA)

Milton Monti (SP)

Neilton Mulim (RJ)

Nelson Goetten (SC)

Valdemar Costa Neto (SP)

Vicente Arruda (CE)

Vicentinho Alves (TO)

Wellington Fagundes (MT)

PRB

Cleber Verde (MA)

Léo Vivas (RJ)

Marcos Antonio (PE)

Walter Brito Neto (PB)

PSB

Ana Arraes (PE)

Ariosto Holanda (CE)

Átila Lira (PI)

B. Sá (PI)

Beto Albuquerque (RS)

Ciro Gomes (CE)

Dr. Ubiali (SP)

Eduardo Lopes (RJ)

Fernando Coelho Filho (PE)

Givaldo Carimbão (AL)

Laurez Moreira (TO)

Lídice da Mata (BA)

Manoel Junior (PB)

Marcelo Serafim (AM)

Márcio França (SP)

Maria Helena (RR)

Ribamar Alves (MA)

Rodrigo Rollemberg (DF)

Sandra Rosado (RN)

Valadares Filho (SE)

Valtenir Pereira (MT)

PSC

Carlos Eduardo Cadoca (PE) Abstenção

Costa Ferreira (MA)

Deley (RJ)

Eduardo Amorim (SE)

Filipe Pereira (RJ)

Hugo Leal (RJ)

Takayama (PR)

PT

Adão Pretto (RS)

Angelo Vanhoni (PR)

Anselmo de Jesus (RO)

Antônio Carlos Biffi (MS)

Antonio Carlos Biscaia (RJ)

Antonio Palocci (SP)

Arlindo Chinaglia (SP) Art. 17

Beto Faro (PA)

Cândido Vaccarezza (SP)

Carlito Merss (SC)

Carlos Abicalil (MT)

Carlos Santana (RJ)

Carlos Zarattini (SP)

Cida Diogo (RJ)

Dalva Figueiredo (AP)

Décio Lima (SC)

Devanir Ribeiro (SP)

Dr. Rosinha (PR)

Eduardo Valverde (RO)

Elismar Prado (MG)

Eudes Xavier (CE)

Fátima Bezerra (RN)

Fernando Ferro (PE)

Fernando Melo (AC)

Francisco Praciano (AM)

Gilmar Machado (MG)

Guilherme Menezes (BA)

Henrique Afonso (AC)

Henrique Fontana (RS)

Iran Barbosa (SE)

Iriny Lopes (ES)

Janete Rocha Pietá (SP)

Jilmar Tatto (SP)

Jorge Bittar (RJ)

José Airton Cirilo (CE)

José Eduardo Cardozo (SP)

José Genoíno (SP)

José Guimarães (CE)

José Mentor (SP)

Joseph Bandeira (BA)

Leonardo Monteiro (MG)

Luiz Bassuma (BA)

Luiz Couto (PB)

Luiz Sérgio (RJ)

Magela (DF)

Marco Maia (RS)

Maria do Carmo Lara (MG)

Maria do Rosário (RS)

Maurício Rands (PE)

Miguel Corrêa (MG)

Nazareno Fonteles (PI)

Nelson Pellegrino (BA)

Nilson Mourão (AC)

Odair Cunha (MG)

Paulo Pimenta (RS)

Paulo Rocha (PA)

Paulo Teixeira (SP)

Pedro Eugênio (PE)

Pedro Wilson (GO)

Pepe Vargas (RS)

Reginaldo Lopes (MG)

Sérgio Barradas Carneiro (BA)

Tarcísio Zimmermann (RS)

Vander Loubet (MS)

Vicentinho (SP)

Vignatti (SC)

Virgílio Guimarães (MG)

Walter Pinheiro (BA)

Zé Geraldo (PA)

Zezéu Ribeiro (BA)

PTB

Alex Canziani (PR)

Armando Abílio (PB)

Arnon Bezerra (CE)

Augusto Farias (AL)

Jovair Arantes (GO)

Luiz Carlos Busato (RS)

Nelson Marquezelli (SP)

Paes Landim (PI)

Pastor Manoel Ferreira (RJ)

Paulo Roberto (RS)

Pedro Fernandes (MA)

Sérgio Moraes (RS)

Tatico (GO)

PTC

Carlos Willian (MG)

PTdoB

Vinicius Carvalho (RJ)

E agora que a proposta vai para o Senado. procure pelo seu senador, ligue, mande emails, fale e explique que tipo de representação você quer que ele o faça. Não seja passivo em ganhar a volta da CPMF na sua vida.


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Teste MMS

Teste envio de foto via celular.

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Download Day 2008

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Estabelecemos um novo Recorde Mundial no Livro dos Recordes Guinness para o software mais baixado em 24 horas. Com sua ajuda atingimos a marca de 8.002.530 de downloads.

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ERLON EDUARDO
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7/01/2008

“O Islã é particularmente perverso com os indivíduos"

Extraido daqui.

Rinekee Dijkstra/ Divulgação

A escritora da Somália Ayaan Hirsi Ali faz palestra nesta terça (1) pelo Fronteiras do Pensamento

Ceci Alves, de A Tarde

Existe uma aura quase mística em torno da ativista política e escritora somali Ayaan Hirsi Ali, que carrega a alcunha de "a mulher que desafiou o Islã".

Eleita pela revista Time como uma das cem personalidades mais influentes do planeta e premiada por seu trabalho a favor da liberdade de expressão e dos direitos das mulheres, Ayaan teve uma vida de revezes e sofreu na pele as brutalidades do fundamentalismo religioso.

Sofreu excisão do clitóris aos cinco anos de idade, na maturidade rompeu com o Islã e fugiu do seu país para a Holanda, onde conseguiu asilo político para não ser casada a força pelo próprio pai.

Mais tarde, em 2004, teve seu companheiro de trabalho, o cineasta Theo van Gogh, assassinado por conta do filme Submissão, que ela roteirizou e que criticava a situação da mulher no Islã.

Também jurada de morte, desde então, vive debaixo de um forte esquema de segurança – que se reproduz no Brasil, onde está para participar do evento Fronteiras do Pensamento.

E Ayaan virá à Bahia para fazer palestra nesta terça (1), às 20 horas, no Teatro Castro Alves, como tem vivido os últimos anos: com uma guarda preparada  para o pior.

Parece um contrasenso que a vida da ex-deputada esteja em risco apenas porque tem a utopia de que os indivíduos sejam vistos pelo que valem como um todo, não pelo que a cor de sua pele, seu gênero ou sua religião represente.

Foi sobre isso que ela conversou com a repórter Ceci Alves, num quase bate-papo. Ela revelou que, apesar de tudo, não perdeu a esperança no homem.

AT | Como começou a escrever? Por que escreve e para quem escreve? E o que espera alcançar com seus livros?
AHA - Eu escrevo para todos que sejam tocados ou estejam interessados no mundo depois do 11 de Setembro. Então, minha audiência são todos os indivíduos: homens e mulheres, brancos e negros, e qualquer indivíduo que pense que nós somos capazes, como indivíduos, de melhorar o nosso mundo. Depois do 11 de Setembro eu li, mais uma vez, O choque das civilizações, de Samuel P. Huntington, no qual ele diz que agora entramos numa era em que mais e mais pessoas estão se dividindo em linhas étnicas, religiosas. E as duas fronteiras juntas, étnica e religiosa, quando são colocadas juntas, dá uma mistura muito, muito explosiva. Então, eu pensei que entenderiam que eu não sou religiosa, eu deixei o Islã e deixei pela minha busca por individualização. Eu não sofri nenhuma pressão de ninguém me dizendo o que fazer e eu amo a minha mãe, amo o meu pai, minha família e amigos, mas eu não me identifico apenas como tendo uma dimensão étnica e/ou religiosa. E eu tenho sido uma vítima deste pensamento étnico forçando uma reconfiguração do mundo.

AT | Acaba de falar de seu pai com carinho. Houve reconciliação, após o fato de ele ter querido casar a senhora a sua revelia?
AHA - Prefiro não falar sobre esse assunto.

AT | A senhora continua recebendo ameaças? Como vai ser, por exemplo, a sua vinda e estada na Bahia? Vai haver forte esquema de segurança?
AHA - Sim. O governo brasileiro, em cooperação com o evento e minha editora, está acordando e engendrando uma forma apropriada de segurança.

AT | Por que no século XXI ainda é necessário discutir sobre radicalismo religioso, questão de gênero e liberdades individuais?
AHA - Porque as pessoas, por herança, odeiam mudanças. Alguns, mais que outros. Se olharmos para a África, América Latina, vemos que não se quer a mudança, incute-se nas crianças para que vivam como os pais, como os antepassados. "Repitam os padrões". Se você quer ver a transição da sociedade tribal para a individual vai ver muita violência, muita alienação. Eu acho que há um medo de mudar. E a religião é uma forma de poder, de manutenção das coisas como elas estão. Quando não se tem um exercito para coagir, se diz: 'Deus quer que você faça isso'. Eu vivi isso e sei que é muito fácil manipular as pessoas com as coisas invisíveis: 'Não faça por mim, faça por Deus...'

AT | Existe alguma esperança de que nos países muçulmanos mais fechados possa florescer alguma democracia, que permita um mínimo de direitos e dignidade para as mulheres?
AHA - Queria fazer uma distinção entre os muçulmanos e o Islã. Os muçulmanos são capazes de viver numa democracia, de abrir a mente e conseguir o que quer que esteja ao alcance de sua capacidade como indivíduos. O Islã, como uma teoria política, social e cultural, é particularmente perverso com os indivíduos, pela filosofia de opressão.  Então, eu o denuncio e critico e acredito apaixonadamente que os indivíduos vão superar isso e sair dessa situação.



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