8/15/2008

Professores receberão até 2,9 salários por desempenho de alunos

Professores receberão até 2,9 salários por desempenho de alunos - BOL Notícias:

Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo receberão bônus de até 2,9 salário se os seus alunos melhorarem a aprendizagem. O novo sistema de remuneração por desempenho foi anunciado nesta sexta-feira (15) pela Secretaria de Estado da Educação.

A evolução dos estudantes será medida pelo Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo), lançado em maio passado. A cada ano, as escolas receberão a nota obtida no índice e a meta a ser alcançada.

Se as metas foram 100% atingidas, os funcionários da escola receberão o total do bônus: 20% dos 12 salários mensais (incluindo as gratificações), ou seja, 2,4 salários a mais. A bonificação será equivalente ao avanço alcançado.

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Estudo diz que bactéria é resistente a desinfetante

link Folha de S.Paulo - Novo estudo diz que bactéria é resistente a desinfetante - 14/08/2008:

"Novo estudo diz que bactéria é resistente a desinfetante

Hospitais devem usar outros métodos de desinfecção

CLÁUDIA COLLUCCI
DA REPORTAGEM LOCAL

Mais um estudo, agora do laboratório Fleury de São Paulo, mostra que a micobactéria massiliense, envolvida na maioria dos casos de infecções no país, é resistente a um dos produtos mais usados na desinfecção de equipamentos hospitalares, o glutaraldeído a 2%.
O trabalho corrobora outra pesquisa feita pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), que já havia mostrado que o saneante não conseguiu eliminar a bactéria mesmo após dez horas de exposição."

Na opinião de Rafael Silva Duarte, professor do departamento de microbiologia médica da UFRJ, ainda não há explicações sobre como a micobatéria se tornou resistente. "É multifatorial. Também não sabemos qual o fator que ajuda na disseminação de infecções."
Duarte diz que três marcas de glutaraldeído testadas foram eficazes para combater duas cepas da micobactéria, exceto a massiliense. Ele pretende testar as 22 marcas existentes no mercado para ver se a resistência persiste. "Não estamos condenando nenhuma marca, mas há uma espécie nova de micobactéria para qual o produto não foi testado."


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NORDESTE NÃO É ESTADO!

Repostagem extraida do blog: SIMULACRO: NORDESTE NÃO É ESTADO!!!:

"ligo a TV e o Computador - o rádio passa a noite ligado, passando pelos canais para ver as noticias locais, paro no programa da Ana Maria Braga, O assunto principal, é a exposição de duas garotas por seus ex-namorados em vídeos de seu momentos a dois, algo que já está até cansativo de se ver,

o detalhe que chama a atenção é que as garotas são "nordestinas" de Caruaru.

Não seriam as garotas, Pernambucanas de Caruaru???

outro ponto que me desconcertou, foi a apresentadora falar, que isso ocorre no Nordeste, devido a postura do homem nordestino, no caso descrito como um bronco e da mulher simplória como uma Macabéia...

volto na Ana Maria, agora uma matéria sobre tatuagem; a apresentadora perguntar ao tatuador, quanto custa em média uma tatuagem, ela explica a pergunta, dizendo que a informação será útil as pessoas que moram em Pernambuco, na Paraíba e que não tem acesso a isso...

O pior é que isso nem é percebido, as pessoas acham graça, não percebem que esse tipo de informação, "preconceituosa", é disseminada a todo momento, em novelas e em programas de TV, isso ocorre desde o início da produção cinematográfica e televisiva brasileira, o estereótipo do baiano preguiçoso, a paraibana valentona, isso quando não o coitadinho, o flagelado da seca.


E o fato de que o nordestino não tem estado???

Chega a ser cômico, o mineiro é mineiro, o carioca é carioca... Mas, o potiguar é nordestino, o pernambucano é nordestino...

Isso quando não dizem, nortista...

Os estados nordestinos se diferem, assim como sua população, tal qual paulistas de capixabas, cariocas de mineiros que tem sua identidade e não aceitariam a alcunha de sudestino. "

Eu AMO A BAHIA, e gosto da nossa cultura!!!

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Fecha fronteira agrícola na Amazônia Legal

Folha de S.Paulo - Zoneamento fecha fronteira agrícola na Amazônia Legal - 14/08/2008:

Mapeamento do governo indica que não há mais espaço para corte raso, mas 26% da região terá sua reserva legal reduzida

Áreas onde produção está consolidada só precisarão repor até 50% da floresta; agronegócio já reclama de um "déficit" de terras

MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O mapa do zoneamento econômico-ecológico da Amazônia Legal, em elaboração no governo, reconhece que a quarta parte da região (26%) é ocupada por intensa atividade econômica e não terá mais de recompor 80% da floresta, como prevê o limite legal de desmatamento.

Essa área mede 1,3 milhão de quilômetros quadrados e equivale a mais de cinco vezes o tamanho do Estado de São Paulo.
Mas o mapa, ao qual a Folha teve acesso, indica mais: que o corte raso chegou ao limite e grandes extensões de terras terão de reordenar a produção, de forma a conter pressões por mais desmatamento.

Não há estimativa segura, no entanto, do tamanho da floresta que terá de ser recuperada, o chamado "passivo ambiental".
"Independentemente de qualquer outra variável, chegamos ao limite da conversão da vegetação: a fronteira [agrícola] está esgotada", resume Roberto Vizentin, diretor de Zoneamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente.


Como o desmatamento alcançou 62% da Zona 1 em Rondônia, os proprietários de terra dessa área se comprometeram a recuperar o equivalente a 12%, sob risco de perderem acesso ao crédito. "Não existe mais condição de desflorestar nada aqui", afirma o secretário de Meio Ambiente do Estado, Cleto Brito.
Nas projeções do governo, o tamanho proporcional da Zona 1 em Rondônia será recorde na região, à frente do Maranhão (42%), Tocantins e Mato Grosso (39%), Estados que têm parte de seu território no cerrado.

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