11/11/2008

Ara chloroptera

Parque Ecológico de São Carlos:



Nome Vulgar:
ARARA VERMELHA
Nome Científico: Ara chloroptera
Família: Psittacidae

Peso: 600 a 1000 g
Tamanho: 0,80 a 1 m

Descrição: As araras vivem em bandos, sempre aos pares.
Possuem bico fortíssimo, capaz de quebrar os frutos mais duros.
Emitem um som “a-ra-ra”, de onde originou seu nome.
Seus filhotes crescem com muita rapidez, com 2 anos de vida já abandonarão a família e já irão formais casais. As araras chegam a viver até 70 anos se viverem em lugares adequados.
A arara vermelha tinha uma grande área de distribuição, pois era encontrada do Panamá ao Paraguai, e no Brasil existia até o Rio de Janeiro e no Paraná, mas hoje só sobrevive em quantidade na Amazônia, pois nas demais áreas está se tornando bastante rara.
O ninho da arara vermelha é feito em ocos de árvores, mas também se aproveita de buracos em paredões rochosos para colocar seus ovos, os quais são chocados apenas pela fêmea, que fica no ninho numa incubação que demora 29 dias. Quem cuida de garantir a alimentação tanto da fêmea como dos filhotes é o macho, que nessa espécie é fiel, mantendo a mesma companheira a vida inteira.


www.ICQ.com/147889677

Arara canidé

Parque Ecológico de São Carlos:



Nome Vulgar: ARARA CANINDÉ
Nome Científico: Ara ararauna
Família: Psittacidae

Peso: 1,0 a 1,2 kg
Tamanho: 80 a 85 cm

Descrição: A ara canindé também conhecida como arara-de –barriga amarela, tem em média 80cm de comprimento, com as partes superiores azuis e as partes inferiores amarela; garganta e fileiras de penas faciais negras. A “voz” mais típico é um penetrante “qua a a a “. Habita várzeas com buritizais, babacuais e beira de matas. Onde se alimenta de frutos e castanhas. Apesar de possuírem um bico grande, estas aves tornam-se extremamente dóceis. No entanto podem dar uma bicada bastante dolorosa. Estes animais também são protegidos pôr lei, pois são animais silvestres brasileiros, pôr isso para termos uma ave destas em casa, primeiro precisamos de autorização de um órgão competente e depois disso, lugar e espaço adequado para que eles possam sobreviver com saúde e liberdade. Cada vez que as araras botam, sua postura normalmente é constituída de 2 ou 2 ovos, dos quais, depois de chocados durante 28 dias, saem as crias. Estas passam os primeiros 3 meses no ninho. Ocorrem desde o leste do Paraná até as regiões setentrionais da América do sul, a exceção da costa ocidental, estendendo-se à Bolívia, ao Paraguai e ao Brasil.

Arara vermelha

Parque Ecológico de São Carlos

Nome Vulgar: ARARA CANGA
Nome Científico: Ara macao
Família: Psittacídae

Peso:  a
Tamanho: 80 a 96 cm

Descrição: Grande arara vermelha com uma distinta área de penas amarelas nas asas e com área nua imaculada ao redor dos olhos e da face. Ocorre em toda a Amazônia até o norte do Mato Grosso, em florestas úmidas e buritizais. Geralmente voam aos casais ou em bandos de 03 a 04 indivíduos. Alimentam-se de frutos, flores, néctar e coquinhos de palmeiras. Freqüenta as áreas mais densas das florestas e nidifica em ocos de árvores de grande porte.

Arara azul

Parque Ecológico de São Carlos

Nome Vulgar: ARARA AZUL
Nome Científico: Anadorhynchus hyacinthinus
Família: Psittacidae

Peso: 500 a 1000 g
Tamanho: 80 a 110 cm

Descrição: É o maior de nossos Psitacideos (família dos papagaios e araras), e o maior do mundo. É também conhecida pôr Araraúna ou Arara do pantanal. Possui plumagem geral azul cobalto, mais escura nas asas, bico cinza escuro, com mandíbula amarela e pele no contorno dos olhos. Não há distinção entre machos e fêmeas. Encontra-se especialmente no sertão revestidos de cerrados e matas ciliares, no Maranhão, Pará, Bahia, Minas Gerais, Piauí, até o Pantanal Mato-grossense. Alimenta-se de sementes e frutas, em geral da preferência aos de casca dura, como pôr exemplo o coco. Nos zoológicos, come milho verde, semente de girassol e frutas variadas. Vive em grandes bandos de sete a dez indivíduos, porem, em época de reprodução são sempre vistas aos pares. Faz seus ninhos de preferência em ocos cavados no alto dos troncos das árvores e barrancos. Sua incubação é de 27 a 29 dias, podendo viver aproximadamente 70 anos. Após anos em declínio, sua população mostra sinais de recuperação devido a práticas de proteção e de educação ambiental.