11/16/2008

O caminho certo de Luiza Caspary


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O CAMINHO CERTO de Luiza Caspary

Tira o açucar põe o mel
Vem adoçar
Vem adoçar a minha vida
Tira a pimenta põe o sal do mar
Vem temperar
Vem temperar a minha vida


Vem me alimentar
Vem me naturalizar
Traga saúde, traga amor
Me targa fé, muita fé

Vem libertar
Vem me fazer viajar
Pra outro lugar
Longe daqui
E se possível
Me faz voar

E eu preciso de carinho


E eu preciso de calor
E eu preciso de um beijo
Muita paz e muito amor
Na verdade eu preciso é de você
Você que é eu
Eu que sou você
Por isso peço toda noite
Antes de dormir
Pra que você me ajude


A descobrir

O caminho certo
A escolha perfeita
E os meus olhos se fecham
Com toda certeza
O caminho certo
A escolha perfeita
E os meus olhos se fecham
Com a luz acesa


Tira o lixo põe o que há de bom


Vem renovar
Vem reciclar a minha vida
Deleta o ódio deixa a paixão
Cuida de mim
Cuida do meu coração

Não deixa eu sentir
Não deixa acreditar
Na ilusão
Que gosta de nos enganar
Leva embora o rancor e a solidão


Eu quero ser livre
No meio,dessa multidão

E eu preciso de carinho
E eu preciso de calor
E eu preciso de um beijo
Muita paz e muito amor
Na verdade eu preciso é de você
você que é eu
Eu que sou você


Por isso peço toda noite
Antes de dormir
Pra que você me ajude
A descobrir

O caminho certo
A escolha perfeita
E os meus olhos se fecham
Com toda certeza
O caminho certo
A escolha perfeita


E os meus olhos se fecham
Com a luz acesa

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11/15/2008

Virus desconhecido mata na África.

06/11/08 - 15h25 - Atualizado em 06/11/08 - 15h37

Vírus desconhecido mata quatro na África e preocupa autoridades

Os sintomas são colapsos respiratório e circulatório e febres hemorrágicas.
Zâmbia, fonte da infecção, decidiu fechar fronteiras com Congo.

Donald G. McNeil Jr. Do 'New York Times'

Um novo vírus, que causa febres hemorrágicas fatais, foi descoberto em Zâmbia, no sul do continente africano. Matou quatro pessoas na África do Sul e infectou uma quinta. Apesar do risco, as autoridades de saúde acreditam que o surto foi contido. A confirmação de que se trata de um novo vírus foi feita pelo National Institute for Communicable Diseases, na África do Sul, e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, em Atlanta, nos Estados Unidos. 

Leia mais em http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL852380-5603,00.html

 

11/11/2008

Polvo da antartida é fossil vivo

BIOLOGIA

Polvo da Antártida é "fóssil vivo" de molusco ancestral
M. Rauschert/Censo da Vida Marinha

Espécimes de polvo coletados pelo Censo da Vida Marinha

DA REUTERS Uma espécie de polvo que viveu há 30 milhões de anos em águas profundas perto da Antártida foi a ancestral da maioria das espécies desse tipo de animal que existem hoje. A descoberta surgiu a partir de um censo de animais marinhos que ainda está em andamento, mas já encontrou o parente mais próximo desse polvo ancestral, entre diversas outras criaturas.
O molusco Megaleledone setebos provavelmente se espalhou pelo mundo durante o período geológico em que boa parte do oceano Austral ficou recoberta por gelo, uma mudança ambiental que fez com que correntes marinhas ricas em oxigênio passassem a fluir para o norte.

leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1111200802.htm

urutu cruzeiro

 
Nome Vulgar: URUTU CRUZEIRO
Nome Científico: Bothrops alternatus
Família: Viparidae

Peso: 1 a 1,5 kg
Tamanho: 1 a 1,6 m

Descrição: A urutu, caracteriza-se principalmente pôr ser uma serpente curta e bastante grossa, possuindo ao longo do corpo desenhos que se assemelham a uma ferradura ou a letra C invertida, no alto da cabeça nota-se um desenho similar a um Y invertido. É uma serpente muito temida, sobre sua mordida, diz o dito popular: “se não mata aleija”, devido a ação proteolítica do veneno, ou seja, destrói tecido muscular. É uma cobra rasuavelmente grande, chegando a medir até 1,60 metros, mas raramente ultrapassa 1,20 metros. Possui hábitos crepusculares e noturnos, sendo assim sua visão não é muito útil, sendo utilizado na caça a fosseta loreal, para localizar a presa através do calor do corpo mesma, e da língua para rastrear a presa morta pela ação do veneno. Habita campos e outras áreas abertas e pedregosas. Alimenta-se de mamíferos (roedores). Quando ameaçada, ocorre um achatamento de partes do corpo, faz movimentos rápidos e repetidos com a ponta da cauda, dá bote, incluindo mordidas e injeção de venenos, excreta fezes e outras substâncias odoríferas. Sua dentição é solenóglifa, isto é possuem presas canaliculares e curvadas para traz, situadas na porção anterior do maxilar móvel. É uma das maiores produtoras de veneno, chegando até a 380mg pôr extração.
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