2/19/2009

Observando a Palavra e confiando em Deus


"sigo minha caminhada buscando o AMOR DIVINO."


---------- Forwarded message ----------
From: Missão Portas Abertas <@portasabertas.org.br>
Date: 2009/2/17
Subject:  Observando a Palavra e confiando em Deus
To: Erlon <@yahoo.com.br>


 

"Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, sejam pacientes para com todos".
II Tessalonicenses. 5.14

Erlon,

Pode parecer difícil cumprir todas as orientações que a Palavra de Deus nos dá. E realmente o é. Por isso, a caminhada cristã deve ser um tempo de aprendizado e comunhão, a despeito das circunstâncias.

Na China, ano passado, a perseguição às igrejas não registradas aumentou 418%.  No calendário chinês 2009 é "o ano do boi", um ano que se caracteriza pela disciplina, autoridade e deveres. A preocupação é de que o governo utilize essa crença como justificativa para aumentar a repressão aos que não se adequam ao sistema. Saiba mais sobre o aumento da repressão chinesa e ore pela Igreja no país.

No Paquistão, a jovem Ashiyana, 18, e seu pai Gulsher, 55, estão presos desde o ano passado sob a acusação de profanar o Alcorão. A jovem foi transferida, mas denuncia ter sofrido maus tratos onde estava antes, na prisão de Faisalabad. Ore para que Ashiyana e seu pai sejam soltos o mais rápido possível.

Na Nigéria, Sani Kibili, 55, cristão condenado a três anos de prisão por suposta blasfêmia contra o islã, foi solto. A liberação foi resultado do esforço do advogado contratado pela Portas Abertas Internacional. Leia o depoimento, os pedidos de oração e a gratidão do nosso irmão Sani.

Esses irmãos estão lutando para se manter firmes. Nossa oração os auxilia e os capacita a resistir, pautados na Palavra e orientação de Deus.

Continue orando por nossos irmãos perseguidos!

Deus o abençoe,

Renata Éboli
Marca e Relacionamento

P.S: Participe do Domingo da Igreja Perseguida – 7 de junho de 2009. Um dia inteiro para sua igreja interceder pelos irmãos perseguidos e ser edificada por seus testemunhos. Inscreva-se já!
 

  17 de fevereiro de 2009
 

www.portasabertas.org.br
Fone: (0--11) 5181 3330
Fax: (0--11) 5181 7525

 



2/14/2009

A herança genética dos fenícios

A herança genética dos fenícios
Pesquisa revela que um em cada 17 habitantes da região Mediterrânea ainda possui genes do povo que dominou o comércio por mil anos antes da era cristã

Luciana Sgarbi

VENDER, GANHAR Imagem dos fenícios, pela arte egípcia

Quando o tempo apaga as provas físicas da existência de um passado brilhante, a genética abre caminho para uma grande descoberta. Foi assim com o estudo do centro americano de pesquisa Genographic Projetic, através do qual uma equipe de cientistas finalmente encontrou os vestígios daqueles que são considerados um dos mais criativos e inventivos povos que a história da humanidade já registrou. Trata-se da civilização fenícia, estabelecida entre os séculos X e V antes de Cristo e que dominou por cerca de mil anos toda a rota comercial marítima do Mediterrâneo. Apesar de terem ocupado uma estreita área com aproximadamente 40 quilômetros de largura, entre o Mediterrâneo e as montanhas do Líbano, os fenícios ultrapassaram seus limites geográficos para conquistar e influenciar o mundo - e, através da hereditariedade e da genética, influenciam até os dias atuais. Estratégicos, organizavam-se em castas e criaram um alfabeto fonético simplificado para facilitar a escrita comercial. Com cerca de 22 letras, inovou em relação a outros sistemas de escrita da Antigüidade pelo fato de ele se basear em sinais representando sons. Dele desenvolveu-se grande parte dos alfabetos utilizados atualmente no mundo.
Tudo ao redor dos fenícios era explorado para possíveis negociações (pode-se dizer que eles tinham o DNA de comerciantes) e, assim, as suas praias repletas de molusco múrice tornaram-se rentáveis - desse molusco extraíam corantes que serviam para tingir tecidos. Diante de descobertas tão importantes, era difícil aceitar que esse povo tivesse sido solapado pelo tempo e que apenas curtas inscrições em pedra comprovassem a sua existência. "Isso é o que imaginávamos antes desse estudo. Os fenícios nos deixaram muito mais que o alfabeto. Deixaram seus genes geniais", diz o americano Chris Tyler-Smith, um dos autores da pesquisa.
Através de métodos de análise genética, publicados pela revista American Journal of Human Genetics, constatou-se que, atualmente, um em cada 17 habitantes da região do Mediterrâneo provavelmente tem raízes fenícias. Segundo Tyler-Smith, o estudo em questão foi um grande desafio: "A única coisa que possuíamos para nos guiar era a história. Sabíamos onde eles tinham se estabelecido e onde não tinham chegado." Foi, portanto, com o auxílio do alto patamar de desenvolvimento da genética moderna que se pôde mapear minuciosamente os seus descendentes. Essa civilização durou até sucumbir diante do Império Romano e, nos séculos seguintes, muito do que restou desse povo se perdeu ou foi destruído. Como quem procura algo sem saber se de fato existiu, o novo método analítico buscou características genéticas em homens modernos por meio do cromossomo Y (masculino). Entre outras regiões, as características fenícias mais marcantes estão, por exemplo, na Espanha, Gibraltar, Mônaco, Itália, Albânia, Grécia, Chipre, Turquia, Síria, Líbano, Israel, Palestina, Egito, Tunísia, Argélia e Marrocos.
Vale observar que nos países "influenciados diretamente e geneticamente" pelos fenícios o Produto Interno Bruto gira em torno dos US$ 200 bilhões anuais. Segundo o Fundo Monetário Internacional, "a região do Mediterrâneo possui uma das melhores economias do planeta e o peso genético nesse fenômeno é de cerca de 6%". Ou seja: "uma criança em cada escola, desde o Chipre até a Tunísia, pode ser um descendente direto dos competentes comerciantes fenícios", diz Daniel Platt, membro do Centro de Pesquisa IBM T. J. Watson.

FOTOS: AKG/LATINSTOCK; TOP FOTO/GRUPO KEYSTONE
Representação do intenso comércio de tecidos, vidro e madeira que praticavam na região montanhosa do Líbano(direita)



"sigo minha caminhada buscando o AMOR DIVINO."

Escrevendo a Bíblia

Escrevendo a Bíblia
Cerca de 500 mil pessoas estão copiando à mão 29 exemplares do Livro Sagrado, que serão expostos em bibliotecas públicas

Adriana Prado

fotos: luciana whitaker/ag. istoé
PASSADO O projeto vai na contramão da sociedade moderna: "Muitas vezes as pessoas querem a simplicidade", diz Walter Eidam, da Sociedade Bíblica do Brasil
" A senhora gostaria de escrever a Bíblia?" A aposentada carioca Esther Marques Monteiro, 83 anos, comprava um presente para uma amiga quando foi surpreendida pela inusitada proposta. O convite foi feito por um funcionário do Centro Cultural da Bíblia, no Rio de Janeiro, onde está instalado um scriptorium da Bíblia Manuscrita, projeto da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Esther topou e acabou sendo "presenteada", como faz questão de ressaltar, com a responsabilidade de escrever um livro inteiro do Antigo Testamento, o Primeiro Reis. Isso porque sua letra foi considerada muito bonita. Entre uma atividade e outra, Esther, que também é bibliotecária voluntária da Igreja Evangélica Fluminense, conseguiu copiar toda a obra em cerca de um mês. E sem muitos erros. "Tinha que ficar calculando o que caberia em cada linha, porque não é permitido separar as sílabas das palavras na troca de linhas. Fica feio", conta. "Me senti privilegiada, porque compreendi o que estava escrito de outra forma, mesmo já tendo lido a Bíblia mais de uma vez", acrescenta. Mas por que alguém reescreveria o Livro Sagrado artesanalmente?
A iniciativa é para comemorar os 60 anos da SBB, mas o objetivo é despertar a atenção de quem não é leitor da Bíblia. Com a ajuda de voluntários de todo o País - ao todo, são 500 mil copistas -, serão feitas 29 cópias artesanais do Livro Sagrado. Depois, serão doadas a bibliotecas públicas estaduais e ficarão em exposição permanente. O resultado final será curioso: um livrão com diversas caligrafias recontando as Escrituras Sagradas. Cada pessoa transcreve, em média, dois versículos. Para evitar repetições ou omissões, a transcrição dos copistas é sempre acompanhada por um orientador. Errinhos de escrita são resolvidos com o bom e velho corretivo. Bem artesanal mesmo. E o papel e a caneta são especiais e padronizados.
fotos: luciana whitaker/ag. istoé
"Não é permitido separar as sílabas das palavras na troca de linhas. Fica feio"
Esther Monteiro (ao lado), copista do livro Primeiro Reis do Antigo Testamento
Dez Estados, entre eles Rio Grande do Sul e Alagoas, já finalizaram seus livros. A maioria, como Rio e São Paulo, ainda aceita a colaboração de interessados. Qualquer pessoa pode participar. Não precisa ter letra bonita - apenas legível. Mas não é permitido escolher o trecho que quer escrever. A fim de facilitar o trabalho, em cada Estado a entidade distribui os livros da Bíblia entre instituições parceiras, normalmente igrejas. O voluntário segue o versículo no qual seu antecessor parou. "Tenho testemunhos de pessoas que não conseguiram copiar, porque os versículos tocavam em pontos muito sensíveis da vida delas. Eu também fiquei muito emocionada, meu coração acelerou", diz a economista cuiabana Daniela Matteucci, 34 anos. Frequentadora da igreja Assembleia de Deus há 11 anos, ela incentivou a família toda a contribuir.
Na casa do músico baiano Élder Bugha, 23 anos, foi diferente. Filho de pais católicos, ele foi o único da família a transcrever três versículos do livro Primeiro Reis: "Mas eles me apoiaram, até porque é uma bênção colaborar em um manuscrito que vai ficar para as próximas gerações." De fato, há uma preocupação em fazer algo histórico. "Ao promovermos a participação das pessoas, mostramos como a Bíblia foi preservada ao longo de muitos anos, antes da invenção da imprensa. Esse esforço de preservação mostra como é grande o valor das Escrituras", explica o pastor luterano Rudi Zimmer, diretor-executivo da SBB. Além de reescrever um trecho das Escrituras Sagradas, os voluntários são convidados a fazer uma doação em dinheiro e essa arrecadação vai bancar o projeto da Bíblia protestante em braile. O valor sugerido é de R$ 1 por versículo copiado, mas muita gente dá mais. A versão do Livro Sagrado para cegos tem 38 volumes, e a católica, 45. Cada um deles custa em média R$ 40.
Uma das fontes de renda da Sociedade Bíblica do Brasil é o parque gráfico, um dos maiores do mundo na produção de Bíblias - que rende aproximadamente R$ 70 milhões por ano. Ali são impressos, anualmente, cerca de oito milhões de exemplares do Livro Sagrado, parte deles exportada para 102 países. Fundada em 1948, a SBB não tem fins lucrativos: reinveste seu faturamento na própria gráfica e também em projetos sociais. A entidade é administrada por cristãos, muitos deles líderes de igrejas protestantes e evangélicas com MBAs no currículo.
As Bíblias manuscritas ficarão prontas até o fim do ano. Uma vez encadernadas, estarão à disposição de quem quiser ler nas bibliotecas. Espera-se que desperte a atenção justamente por estar na contramão da sociedade moderna, adepta da tecnologia. "Muitas vezes, as pessoas só querem um abraço, a simplicidade. Também precisamos nos preocupar com a condição espiritual delas", afirma Walter Eidam, secretário regional da SBB no Sul do Brasil. Segundo ele, a Bíblia artesanal representa, também, a proposta de um mundo em que o esforço coletivo se sobreponha aos interesses individuais.
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Jovem cristã sofre maus tratos na prisão


"sigo minha caminhada buscando o AMOR DIVINO."



quarta feira, 11 de fevereiro de 2009

Olá ER10N,

O Shockwave acontece no mês que vem. Por isso, fevereiro é um mês de preparação em que você agita sua galera, seus amigos, sua igreja e sua família para começarem a se preparar para o dia em que jovens de todos os continentes se unirão a você em favor da Igreja Perseguida.

Não fique de fora!

eventos

O SHOCKWAVE é o evento de oração do underground, em que jovens do mundo todo se reúnem para formar a maior onda de oração que a terra já viu. Participe desse evento de joelhos. Clique aqui e baixe o seu manual

pedido de oração

Vamos entrar no clima do SHOCKWAVE e orar por Ashiyana Sandal, uma jovem cristã paquistanesa que foi acusada de blasfêmia no ano passado e alega ter sofrido maus tratos na prisão. Para saber mais, clique aqui. Oremos para que ela e seu pai sejam soltos o quanto antes.

Abração,

Samy Pimentel
underground / Portas Abertas
t: (55) 11 5181-3330
w: www.underground.org.br

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