3/28/2009

Sobre música móvel - Música

Nokia Brasil - Sobre música móvel - Música - Aprenda como - Suporte e software:

"Formatos de arquivos versáteis

A Nokia suporta os formatos mais comuns de arquivos de música.

MP3
O formato mais comum para arquivos de áudio; arquivos em mp3 perdem alguma qualidade de áudio mas mantêm o tamanho do arquivo pequeno, para caberem mais músicas em um aparelho.

WAV
Mantém a qualidade de áudio original porque os arquivos não são comprimidos como arquivos em mp3 e aac.

AAC, AAC+, eAAC+
Criam arquivos menores do que mp3, com a mesma qualidade de áudio. AAC+ e eAAC+ são variações que otimizam o som para criar arquivos ainda menores.

M4A
Uma versão de MP4, que são arquivos comprimidos que podem conter áudio, vídeo, e texto.

WMA
Arquivos do mesmo tamanho e da mesma qualidade que mp3. Desenvolvida e de propriedade da Microsoft.
Real

Arquivos de áudio ligeiramente menores e com uma qualidade de áudio equivalente a mp3. Desenvolvido e de propriedade da RealNetworks."

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3/27/2009

Faquinha - 23/03/2009

Folha de S.Paulo - Faquinha - 23/03/2009: "Glauco"

Glauco

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Amazônia em 360°


Com alta tecnologia, artista imprime em poliéster imagens da floresta jamais vistas com tanto realismo

Luciana Sgarbi

Retratar a flora e a fauna da floresta em tamanho real

Em um ateliê de Berlim, um dos mais conceituados artistas plásticos da Europa, Yadegar Asisi, aperta botões e imprime a floresta amazônica - em tamanho descomunal. O resultado desse trabalho será, em março, uma das principais atrações tecnológicas da Alemanha. Trata-se da exposição Amazonien, em Leipizig, para a qual 30 mil fotos foram selecionadas e estão sendo transformadas em painéis de 360 graus. É isso que Asisi está fazendo em seu ateliê.

No Brasil a floresta amazônica brota do chão. Em Leipizig as árvores impressas repousarão sobre uma plataforma fixada no centro do salão circular de uma usina de geração de energia. "Minha exposição transporta a floresta para o meio urbano da Alemanha e atrai olhares fascinados", diz o artista. Falando em fascínio, foi justamente essa sensação que o motivou a montar a colossal mostra. A tarefa não foi fácil e levou cerca de dois anos.

Para transformar a emoção em uma inacreditável realidade, ele utilizou as mais avançadas técnicas de impressão em tecido e um programa de computador para organizar e recriar a floresta. O trabalho de campo, em território brasileiro, deu-se há dois anos. O arquiteto e artista plástico nascido em Viena, de pais iranianos, visitou quatro vezes o País fazendo imagens da região do rio Negro. "Eu me dependurava em gigantes troncos para ter os ângulos mais incríveis", diz ele.

Não foi tarefa fácil para o fotógrafo Asisi

De volta para o seu ateliê em Berlim, transferiu então as imagens para o computador. E veio a ideia revolucionária no terreno tecnológico: "Pensei em usar fios de poliéster porque absorvem melhor a tinta. Dá um maior e melhor realismo, inviável no papel convencional." Asisi explica que a bobina do tecido passa por um tratamento químico chamado coating para poder receber a tinta da impressora digital.Após esse processo, o computador irá tratar a imagem e adequá-la ao tamanho de tecido disponível a exposição Amazonien foi feita em 100 metros de largura e 30 metros de altura, formando uma imagem de três mil metros quadrados: "É de tirar o fôlego.

Leia mais aqui.


"sigo minha caminhada buscando o AMOR DIVINO." ::

Fóssil do bicho-preguiça encontrado na BAHIA.

Ciência & Tecnologia  
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O antigo gigante baiano
Encontrado no Brasil o fóssil do maior bicho-preguiça do mundo

MONTAGEM O paleontólogo Cartelli com as centenas de fósseis de 11 mil anos atrás

Embrenhado em uma densa mata onde hoje está a Bahia, há 11 mil anos viveu um mamífero da ordem Xenarthra, ancestral do conhecido bicho-preguiça. Ele passava cerca de 14 horas dormindo, agarrado ao tronco de árvores, pesava aproximadamente 30 quilos e tinha três metros de comprimento - o triplo das dimensões do animal que existe hoje em nossas florestas. "Nos surpreendeu encontrar um fóssil tão raro e tão completo", diz o paleontólogo Castor Cartelli, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, responsável pela descoberta de parte da ossada em uma gruta no interior da Bahia. "Nenhum mamífero dessa espécie já identificado se compara a esse."

Através de 350 ossos, incluindo os ossículos do ouvido que medem um centímetro, Cartelli encontrou a estrutura do esqueleto praticamente com pleta de uma preguiça gigante, até então nunca estudada pelos pesquisadores. As análises indicam que a Xenarthra possuía garras longas através das quais se pendurava com o dorso para baixo. Segundo cientistas, apenas nos EUA, Caribe e Argentina foram encontrados ossos que se assemelham aos dessa espécie. Cartelli trabalha agora na montagem desse esqueleto para expô-lo no Museu de Ciências Naturais da Bahia com o objetivo de remontar o passado. Os fósseis indicam que o animal era jovem, devia ter entre cinco e seis anos porque as suas articulações estavam ainda começando a se unir. O pesquisador também quer descobrir como o bicho se movimentava e o parentesco com outras espécies. Pela cauda, será possível definir se era aquático.




"sigo minha caminhada buscando o AMOR DIVINO." --ER10N