7/05/2009

congresso



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6/26/2009

Você acredita no Brasil?

Brasileiros faz essa pergunta -- tema permanente desta página -- a vários brasileiros. Confira as respostas extraido daqui. "Como não acreditar em um país como o Brasil, permeado de características únicas e com grande diversidade. Ainda que a sociedade brasileira reforce uma ideologia de inferioridade, um racismo em relação aos negros e à religião do candomblé. Nas últimas décadas, educadores como eu e pesquisadores como Pierre Verger e Roger Bastide têm tentado fundamentar sua prática cotidiana, direcionando uma educação antirracista, contribuindo com isso para um Brasil melhor, com maiores possibilidades de sucesso escolar para todos os alunos, brancos, negros e afro-descendentes. Certamente a história de vida dessa população deverá ser o ponto de partida para o favorecimento de seu processo de construção do saber e da sua valorização. Como educador acredito na capacidade humana de sentir e enxergar uma cultura de solidariedade, buscando criar e implantar uma sociedade caracterizada por justiça, respeito e dignidade perante todos." Alexandre Teixeira Ramos, pedagogo e babalorixá

"O brasileiro comum tem uma incrível resistência: sobreviveu a Portugal, a ditaduras e as suas elites. Teve - e tem ainda - um duro aprendizado com o voto, mas constrói com a sua vontade uma democracia, e ensina essa democracia a sobreviver, como ele. Ambos resistem a uma enorme crise das elites. É nessa construção que acredito. É ela que está desenhando, traço a traço, o Brasil no qual eu acredito."
Maria Inês Nassif, jornalista

"Acredito no Brasil porque ele pode ser repensado, é um país extremamente rico em recursos minerais e em sua produção cultural. Acredito nesse povo mameluco afro-brasileiro. Mameluco é o branco europeu que chegou aqui a partir do século XVI e começou a fundir-se no nosso solo. Afro-brasileiro é o negro que chega só a partir do século XVIII para contribuir com tudo isso que somos hoje como povo. E quando digo que acredito no Brasil é porque ele pode ser construído de fato, temos uma série de problemas, mas que devem ser resolvidos por meio de gestos políticos, de força de vontade e não a partir de fórmulas limitadas. O Brasil é possível porque a gente pode fazer um Brasil como ele é de fato, valorizando suas origens e todas as coisas que nos dão o prazer de sermos brasileiros."
Wesley Nóog, cantor e compositor

"Confesso que a primeira resposta que imaginei à pergunta era um tanto cínica. Pensei em dizer que acreditava no
Brasil, já que ele simplesmente existia. No entanto, lembrei-me depois do poema em que Drummond dizia: 'nenhum Brasil existe'. O mais sugestivo na afirmação é que ela vinha na sequência de outras mais familiares, sobre a necessidade de se descobrir, educar, louvar e até adorar o Brasil. O inventário se detinha, entretanto, subitamente com a proclamação, em sentido inverso, de que seria preciso esquecer o Brasil. Melhor, pouco depois de negar a existência do Brasil, vinha a pergunta: 'E acaso existirão os brasileiros?'. Ou seja, indicava que mais importante do que tudo que se deveria fazer para se descobrir, educar, louvar e até adorar o Brasil seria a existência ou não do 'brasileiro'. Em outras palavras, como que indicava que de nada valeria inventar a nação Brasil se não houvesse povo brasileiro. Este não deixa de ser um bom resumo de nossa história: pelo menos desde a independência se procura criar uma nação, deixando para trás o passado de colônia. Mesmo assim, se tem tido grande dificuldade de encontrar lugar nela para seu povo, antes escravo, depois não propriamente cidadão. Infelizmente, por isso, mesmo que acreditemos no Brasil ainda devemos nos perguntar: E acaso existirão os brasileiros?"
Bernardo Ricupero, professor de ciências políticas da Universidade de São Paulo (USP)
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ESTRANHO CASO CLINICO- ESPERO QUE LEIA

Extraido de um email.

ESTRANHO CASO CLINICO- ESPERO QUE LEIA
Estranho caso  clínico - repassem principalmente para médicos... 

Estranho caso clínico 
Leiam com atenção:
 
 O parto foi através de cesariana,  pois até a data prevista (31/3)
 não houve sinais, então optamos pela cirurgia.
 Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar.
 Nasceu com 48 cme pesou 3,430kg.
 Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito
 e nenhuma doença.
 Sentou com cinco meses, andou com 11meses, disse as primeiras
 palavras com 7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê.
 Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro
 acordou assustado como estivesse se engasgando.
 
 Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico.
 Este viu uma crise, suspeitou de refluxo-gastresofágico e solicitou alguns exames.
 
 Nesta época, estas crises aconteciam mais ou menos 10 vezes ao
 dia e duravam aproximadamente 15 segundos.
 Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico,   
 procuramos um neurologista infantil que disse tratar-se de
 crises convulsivas. 
 Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal.
 
 Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e
 considerou-o  logicamente perfeito. Nesse período, as crises aumentavam em quantidade e intensidade.
 
 Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira
 vez com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos.
 
 Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas.
 Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal.
 
 O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito cérebro.
 
 Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal,
 porém mostrava-se mais sonolento. As crises continuavam; eram crises mistas..
 
 Em outubro de 90, percebemos que ele estava sorrindo menos,
 chorando menos e que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto
 parecia paralisado.
 
 Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo.
 Os médicos chamaram de seqüelas.
 
 Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética de crânio,
 um exame de Fundo de Olho e alguns exames para detectar erros
 inatos do  metabolismo.
 
 Todos os exames foram normais.
 
 Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e
 falava menos.
 
 Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia. No
 decorrer de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários anticonvulsivantes foram testados.
 Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório. E esteve internado mais duas vezes para controlar crises mais freqüentes.
 
 Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do
 hospital sem andar, sentar ou falar. Em fevereiro, novamente foi internado com crises muito fortes, ficou 20 dias no Hospital.
 As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min.
 
 Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de
 Metabolismo, porém nada foi encontrado... A habilidade motora
 dele ficou debilitada. Quando teve alta, não segurava a cabeça, não
 sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não
 fixar o olhar em nada.
 
 O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito
 carinho Pedro foi conseguindo alguns pequenos progressos.
 
 Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada
  acontecia.
 
 Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se
 somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite,
 com duração de cerca de 1 min.
 No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem  apresentar crises..
 
 Nestes últimos anos, repetiu alguns exames, porém nada de novo
 foi encontrado. Teve complicações pulmonares e tomou muito antibiótico.
 Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e
 ganhou maior firmeza no tronco.
 Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não
 manifestando desejo de pegá-los. Seu rosto ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.
 
 Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se
 apresentou tal e qual a anterior, segundo o médico que assinou o laudo.
 O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro
 em um cérebro um pouco menos denso do que uma criança de 7 anos.
 Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem
 melhor que o anterior, com crises mais localizadas.
 Fizemos também, um estudo de Cariótipo (pai, mãe e filho)
 com a Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi encontrado.
 Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que fizéssemos um estudo de DNA.
 
 Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e
 cromatografia de açúcares na urina. Atualmente, Pedro mantém
 cerca de 4 crises convulsivas durante o sono, principalmente a partir
 das horas da madrugada.
 Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a esquerda e chora. Duram cerca de 45 segundos.
 Sua atenção   continua fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta  espontaneamente.
 Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não
 fica  em pé, não fala, não sorri ou chora.
 
 De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante
 preocupante.  Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal.
 Pedro, atualmente, está com 15 anos.
 Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o
 que acontece com Pedro, e, também nunca encontramos alguém com
 problema semelhante para trocar experiências.
 Se você puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma  criança com o mesmo problema, por favor, nos  escreva.
 
 Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o
 destino certo.
 
 Muito Obrigado,

 Liane e Manoel.
Nosso endereço:
 Rua Conselheiro Brotero, 1559 - Apto 134           
 São Paulo - SP -BRASIL
 CEP 01232-011
 Fone: (11) 3662.4826

 PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um ato de solidariedade.
 Peço a todas as pessoas as quais enviamos esta mensagem que, por
 favor, tentem se conscientizar da necessidade que
 nós, seres humanos, temos de receber a ajuda um do outro.
 
 Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde
 aquela que você escreve todos os dias, até a  pessoa que você não escreve há muito tempo.....
 Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família. 'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas'

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