7/19/2009

Qual é a diferença entre reencarnação e ressurreição?

Palavra

Qual é a diferença entre reencarnação e ressurreição? Pode um cristão crer em ambos? O autor, John Snyder - no livro Reencarnação ou Ressurreição, responde estas perguntas, examinando várias explicações para a reencarnação, tais como cognição psíquica, memória genética, percepção extra-sensorial e possessão demoníaca. Ele mostra friamente que essas evidências não indicam ser uma prova para a teoria da reencarnação. Snyder também analisa as passagens bíblicas mais frequentes usadas por reencarnacionistas como provas da teoria, mostrando que as conclusões tiradas dessas passagens são uma interpretação forçada das Escrituras. Finalmente, ele argumenta em favor da ressurreição, notando que até os princípios básicos desta idéia são claramente contrários aos do reencarnacionismo. A própria ressurreição de Jesus é um fato histórico no qual podemos basear a crença na ressurreição. Snyder encerra o seu livro com um capítulo de perguntas comuns com respeito à reencarnação e as respectivas respostas bíblicas.
Livro-Reencarnação ou Ressurreição - R$ 16,00


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Você já ligou hoje?

Em verdade vos digo: Tudo quanto ligardes na terra será ligado no céu; e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu.Mateus 18:18
 
Se você ainda não ligou, ainda há tempo de ligar!!
 
Ligue a fé,
Ligue o amor,
Ligue a Paz de Jesus Cristo,
Ligue a esperança,
Ligue a persistencia,
Ligue o ânimo,
Ligue a cura,
Ligue a libertação,
Ligue a ousadia no Espirito,
Ligue a renovação em Cristo Jesus,
Ligue que todas as barreiras de impedimento já cairam por terra,
Ligue "Eis que tudo se faz novo",
Ligue a renovação dos talentos que Deus te deu,
Ligue a comunhão com Jesus,
Ligue que você foi escolhido para vencer em nome de Jesus,
Ligue que você e a sua casa servirão ao Senhor,
Ligue que os seus filhos são bençãos do céu,
Ligue que a porta que Deus abriu ninguém pode fechar,
Ligue que não há condenação para os que estão em Cristo e andam em Espirito,
Ligue que não há quem possa impedir o agir de Deus na sua vida,
Ligue que há vida para o vale de ossos secos,
Ligue que chegou o tempo de você alcançar a sua vitória.
 
Ligue e não desligue por que tudo o que é ligado na terra será ligado no céu!!
 
Tá ligado??
 
Oh, Glória....
 
Que Deus te abençõe,
 
bjus
 
Natali
 
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Protesto de muçulmanos na China |

Extraido daqui

Julho de 2009
Protesto de muçulmanos
na China


Reuters
Reuters

Os choques entre dois grupos na província chinesa de Xinjiang, no noroeste do país, deixaram mais de 180 mortos e 1.000 feridos no início de julho e provocaram um desentendimento diplomático entre a China e a Turquia. Foi o mais sangrento conflito no país desde o massacre da Praça da Paz Celestial, há 20 anos. Em jogo, estão as diferenças étnicas, culturais e religiosas da minoria uigure e da maioria han – a predominante no país. A província de Xinjiang é, na verdade, um barril de pólvora, cuja explosão já era prevista. Entenda o que está por trás desse conflito.

1. Como começou o conflito na província chinesa de Xinjiang?
2. Quem são os uigures e quem são os hans?
3. Qual foi a reação de Pequim aos distúrbios em Xianjiang?
4. Xinjiang sempre pertenceu à China?
5. Só há essas duas etnias na província?
6. Qual é a importância econômica da região?
7. De que tipo de desvantagem reclamam os uigures?
8. Há outras razões para insatisfação?
9. Consulte o mapa da China com destaque para Xianjiang

1. Como começou o conflito na província chinesa de Xinjiang?

Jovens da etnia uigure promoveram uma marcha na cidade de Urumqi, capital de Xinjiang, no dia 5 de julho, para protestar contra um caso de discriminação judicial, ligado ao assassinato de dois uigures por membros da etnia han. A marcha se espalhou pela cidade e terminou em choque com a polícia, resultando na morte de cidadãos da etnia han. Como vingança, membros desse grupo atacaram e mataram uigures. O governo admitiu que pelo menos 184 pessoas morreram e outras 1.000 ficaram feridas.



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"Vocês não entendem a China"

Extraido daqui

A escritora que criou um programa de rádio para mostrar os problemas das mulheres chinesas diz que o mundo critica seu país sem levar em conta suas raízes culturais


Thaís Oyama

Ernani d’Almeida
William R. Voss
"Os ocidentais cometem o mesmo erro do governo chinês: acham que é só modernizar as ruas para modernizar o país"

Por quase uma década, Xinran Xue, hoje com 51 anos, recebeu mais de uma centena de cartas tristes por dia. Apresentadora de um programa de rádio voltado para mulheres, ela tornou-se depositária de ouvintes que lhe confiaram suas pequenas e grandes tragédias – abafadas, quando não provocadas, pelos anos de totalitarismo comunista. Algumas dessas experiências, Xinran havia sofrido na própria pele: seus pais foram presos durante a Revolução Cultural e ela passou a infância num quartel da Guarda Vermelha. Em 2002, publicou seu primeiro livro: As Boas Mulheres da China (lançado no Brasil pela editora Companhia das Letras), que reúne histórias que não puderam ir ao ar e outras que ela colheu em entrevistas – sempre feitas com uma única unha pintada de vermelho. "As chinesas não gostam de falar de sua vida. Mas são curiosas, e a unha vermelha sempre inicia uma conversa", explica. De passagem pelo Brasil, Xinran falou a VEJA.


Não seria a maneira como o Ocidente enxerga a China?

Não estou falando só da China. Acho que há desconhecimento também em relação ao Japão, à Coreia do Sul, a Cingapura, à Malásia – lugares que têm as mesmas raízes culturais que a China. Ainda que em países como o Japão e a Coreia do Sul você enxergue um verniz ocidental, se você entrar nas casas dos japoneses e dos coreanos, verá que não existe igualdade de direitos entre homens e mulheres e que eles não assimilaram preceitos democráticos. Pergunte a um japonês se é possível questionar o imperador. Pergunte a um sul-coreano se uma filha pode contrariar o pai. Pergunte em Cingapura se alguém pode contestar o governo. Também no regime chinês, há aspectos que não são políticos, mas culturais.

Mas em nenhum desses países tais comportamentos implicam as consequências que têm na China.

Concordo. Não existe liberdade de religião na China, não existe liberdade de expressão, não existe liberdade de imprensa. Nosso sistema jurídico está longe de ser independente e os direitos individuais mais básicos são desrespeitados. Mas não se pode esquecer que a China perdeu 100 anos por causa da guerra civil e do ideário comunista. Não podemos simplificar a história. Quando vemos uma árvore cujas folhas estão machucadas e cujos galhos estão doentes, não basta dizer: vamos limpar as folhas e os galhos. É preciso lembrar que essa árvore tem raízes, ainda que não possamos vê-las. É preciso tempo para que as coisas mudem.

O regime comunista de Mao Tsé-tung teve efeitos devastadores na vida de muitas pessoas, como a senhora. E na China, que marcas ele deixou?

Acho que a China, hoje, é como um quadro de Picasso: tem nariz, olhos, boca, mas tudo está fora do lugar. Ficou isolada por tanto tempo e, agora, tudo está surgindo de uma vez. Talvez uma resposta melhor seja esta: antes dos anos 80, a China era um garoto sujo e esfomeado. Nunca teve a chance de tomar um banho quente, de vestir uma roupa limpa, de forrar o estômago. Se você oferece a esse menino, em uma mão, um pão duro e velho, e na outra mão, um cardápio com nomes de pratos desconhecidos e maravilhosos, qual dos dois ele vai preferir?

O primeiro?

Certamente. Ele está faminto! O cardápio pode ter comidas deliciosas, mas ele não entende o que está escrito lá e não consegue esperar para que aquele papel se transforme em comida. E não adianta alguém dizer que ele tem de comer um prato do cardápio porque é melhor para ele. Antes de dizer isso, as pessoas têm de entender a urgência dos chineses.



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