11/13/2009

Meditação

Hoje acordei me fiz alguns questionamentos, e um deles foi o que realmente consiste em ser chamada de cristã?

Fiquei a meditar, e meditando lembrei-me dos usos e costumes, da freqüência em cultuar a Deus dentro do templo pelo menos três vezes na semana, nos dízimos e nas ofertas que devolvo e ofereço a Deus, nas lindas pregações eloqüentes a qual o Senhor me tem proporcionado, nas ajudas em dirigir reuniões, em dar opiniões para o bem do ministério, evangelizar, enfim, percebi que tinha uma grande lista em meu currículo cristão. Mas, o Espírito Santo do Senhor começou a operar em mim e a me ajudar meditar no meu currículo e me lembrou do que realmente consiste em eu ser chamada de Cristã, repassamos em cada detalhe e eu cheguei a seguinte conclusão, que não seria necessário montar uma lista de fazeres cristãos para me intitular cristã era mais simples e fácil do que eu imaginava...Concluindo, voltei a meditar... porque nos embaraçamos tanto?Qual tem sido realmente a nossa intenção a cada dia?Estamos seguindo quem?Somos discípulos de quem?Por que estamos com tantas dificuldades de relacionamento fraternal?Por que negamos uma palavra de benção e vitória para nosso irmão?Por que um dia amamos o irmão que nos favorece e amanhã o negamos, ou melhor, descartamos e fingimos estar tudo bem?Por que queremos crescer a qualquer custo com unção e santidade, ao mesmo tempo desejando que o irmão perca a sua chamada?E muitos outros questionamentos eu fiz!!!

 

Hoje tive a oportunidade de reescrever o meu currículo e percebi preciso me reinscrever na escola da humilhação e fazer novo aperfeiçoamento. Não é assim na vida cotidiana quando precisamos nos aprimorar?

 

Estou matriculada na escola do Espírito Santo, no Curso Jo 13.34,35 e na disciplina - "Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros."

 

Aproveito a oportunidade para te pedir perdão se nesses dias não tenho te amado. Saiba que te amo muito e sei que você é feitura do Nosso Deus!!

 

Também quero te convidar a fazer parte desse curso comigo, muitas vagas estão disponíveis e o curso é gratuito.

 

Tenha um bom dia com Jesus!!

 

Da sua Irmã Natali

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11/12/2009

Será que DEUS é culpado????

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana.

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane
Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia
11 de setembro?'

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu,
tanto quanto nós.

Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas
escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção
se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'


À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas,
tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi
assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas
escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos
com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a
Bíblia nas escolas...

A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o
nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em
nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas
personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos
prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.

E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não
deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.

Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há
diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem
aborto, se elas assim o quisessem.

E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas,
quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.

E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de
mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma
apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou
fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à
disposição da internet.
E nós dissemos:


'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de
se expressar e fazer isso'.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm
consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o
errado;

porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios
colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:

nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'


É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem
porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.

É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas
duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que
segue ensina.

É triste como alguém diz:

'Eu creio em Deus'.

Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham
como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus,
as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente
na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida
rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no
domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto
da semana.

Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua
lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a
receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

Não é verdade?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam
a nosso respeito do que com o que Deus pensa...

'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para
que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras
pessoas'.

Passe essa mensagem adiante, se acha que ela tem algum mérito.

Se não, ignore-a... e delete-a...
Onde existe Deus
Existe fome, mas encontra-se o alimento,
Existe dor, mas encontra-se o remédio,
Existe guerra, mas pode-se estabelecer a Paz,
Existem problemas, mas, também, as soluções,
Pode-se estar só, mas não há solidão.

Onde Ele não está,
A fome mata,
A dor enlouquece,
A guerra dizima,
Os problemas são senhores,
E a solidão é companheira, mesmo no meio da multidão.

Cabe a cada um fazer a sua escolha e receber os resultados.
E, por incrível que pareça, esta é a única escolha que podemos mudar
quantas vezes quisermos;
Afinal, Deus é o único que sempre tem os braços abertos para nós,
quando o procuramos, arrependidos, independente do que tenhamos feito
ao abandoná-lo e por quanto tempo estivemos afastados.

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11/11/2009

uma reportagem do jornal FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1111200909.htm

Para onde não vamos

CANDIDO MENDES


O ex-presidente pergunta-se, indeciso, para onde vamos. Mas as próximas eleições mostrarão para onde não voltamos

O ARTIGO do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ("Para onde vamos") revigora todo o debate político nacional, tirando as oposições de sua presente e contundente mediocridade. Amplo no propósito e na riqueza polêmica, parte da afirmação de que tudo que é bom no atual governo já veio de antes e que o mal de agora apenas começa.
Há, sim, confronto radical entre os dois regimes, ao contrário do que diz, e os tucanos abriram o país à globalização privatista hegemônica, enquanto o petismo vai hoje, com a melhoria social do país, à recuperação do poder do Estado, numa efetiva economia de desenvolvimento sustentável.
A legislação do petróleo, em projeto que ora assaca ao governo o ex-presidente, quer corrigir os efeitos da emenda constitucional de 1995, que desfigurou o monopólio do petróleo da Carta do dr. Ulysses num regime de concessão que, inclusive, entrega aos exploradores do subsolo nacional "a propriedade" do óleo extraído.
A partilha, sim, é o novo instrumento, nada "mal-ajambrado", em que volta, por inteiro, ao Estado o direito aos proventos dessa extração, ampliando sua destinação social imediata. Diga-o, agora, a Noruega, o país mais desenvolvido e democrático do mundo, que, exatamente, adotou esse regime nas suas riquezas do mar do Norte, deixando as concessões no cemitério das ideologias liberais capitalistas de há uma vintena.
O governo Lula reassegurou a presença do Estado para a efetiva mudança da infraestrutura, que pede o desenvolvimento, atrasado durante o progressismo liberal do PSDB, como mostravam os primeiros resultados do PAC, a contemplar entre os seus principais beneficiários, inclusive, o governo de São Paulo.
O país não frui ainda, claro, o programa Minha Casa, Minha Vida, mas sabe que o Bolsa Família colocou a população de uma Colômbia na nossa economia de mercado.
Claro, também enfrentamos o risco da absorção corporativa sindical no controle dos recursos públicos.
Mas essa é etapa adiante da página que se virou de vez, ou seja, do retorno ao controle pelo status quo, sob a ideologia social-democrata, de autolimitação do poder do Estado ou da crença dos progressismos espontâneos, sem dor para o país instalado, como professa a oposição a Lula.
O embaraço do tucanato em reconhecer o "entreguismo" dos controles públicos durante o seu governo é o mesmo que o alvoroça a assimilar o governo Lula ao "populismo autoritário peronista".
São comparações regressivas, que não se dão conta da experiência única da chegada do "outro país" ao poder, contra o desespero da violência dos "sem-nada", das Farc colombianas ou do Sendero Luminoso, no Peru, e assentou, de vez, uma maioria nacional, consciente de suas opções.
Realizar-se ou não o que seja, hoje, na sua originalidade, o "povo de Lula", é a diferença entre o Brasil "bem" e o país da mudança.
O petismo não é o justicialismo peronista, e hoje a nossa consciência coletiva supera o próprio partido, na solidez do que não quer para o futuro.
Essa nossa adesão ao novo, aliás, foi adiante, até, da própria legenda e de suas siderações pelas vantagens do poder, nessa matriz de um evento político que torna as futuras eleições tão distintas de uma escolha da hora entre situacionismos cansados e oposições gulosas. E o Brasil potência, tão profligado pelo ex-presidente, é a configuração emergente desse país que sabe que não volta ao berço esplêndido da nação dos ricos.
Mais que a denúncia dos "pequenos assassinatos" a minar "devagarzinho" o espírito democrático, o que entra pelos olhos do Brasil na conduta de Lula é a determinação visceral do governo de não ceder a um terceiro mandato, avassaladoramente acolhível, se assim quisesse o presidente, por emenda constitucional, tal como o governo tucano desfigurou o monopólio do petróleo.
No inverso de Chávez, Lula, no seu gesto, reafirma o essencial da democracia, que é o cumprimento das regras do jogo, no que diga a Carta, por maior que seja o poder da hora de quem está no palácio.
O ex-presidente pergunta-se, indeciso, para onde vamos. Mas as próximas eleições mostrarão para onde não voltamos, tanto quanto a nação de Lula sabe que, no Brasil, é "o povo como povo" intrinsecamente melhor que as suas "elites como elites".


CANDIDO MENDES , 81, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Justiça e Paz, é presidente do "senior Board" do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e secretário-geral da Academia da Latinidade.


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ERLON EDUARDO
ICQ / MSN / GTALK = erlon@folha.com.br
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*biscoito da sorte* a crise traz oportunidades de mudanças.