9/16/2011

Por que esta geração pede um sinal?


VERSÍCULO:
  Os fariseus vieram e começaram a interrogar Jesus. Para pô-lo à
prova, pediram-lhe um sinal do céu. Ele suspirou profundamente e
disse: "Por que esta geração pede um sinal miraculoso? Eu lhes
afirmo que nenhum sinal lhe será dado". Então se afastou deles,
voltou para o barco e foi para o outro lado.
   -- Marcos 8:11-13

PENSAMENTO:
  Ezra Gould, em seu comentário sobre Marcos, corretamente
observou que nenhum homem de integridade quer se mostrar, pois pela
sua vida será evidente quem ele realmente é. Quem quiser ver verá.
Jesus era assim. "Ele recusou fazer algo puramente como sinal,
embora sua vida fosse cheia de sinais. Aliás, sua vida era um sinal
- ele mesmo era o sinal." Não era que Jesus não se importava com a
fé dos fariseus ou outras pessoas descrentes. Não foi por isso que
ele recusou dar um sinal. Muito pelo contrário, Jesus valorizou
tanto a fé, que ele não admitiu banalizá-la em show de poder ou
entretenimento. O que essas pessoas queriam era manipular Jesus e
torná-lo numa espécie de mágico espiritual. Jesus recusou
mercantilizar a obra de Deus. Devemos estar atentos a pessoas
tentando fazer a mesma coisa em nossos dias. A Bíblia alerta que há
quem opera milagres, mas são para enganar (2 Tess 2:9-10; Apoc
16:14). Se Deus realizar algum milagre em sua vida, dê glórias a
Ele. Porém, tome cuidado com quem quiser usufruir de obras
milagrosas para outras finalidades. Aí, pode haver poder, mas não
vem de Deus. Vamos ser atentos e criteriosos em quem (ou em quê)
depositamos nossa fé. Esta era a grande preocupação de Jesus. Que
seja a nossa também.

ORAÇÃO:
  Não há ninguém digno da nossa fé, senão o Senhor. Permita, nosso
Deus, que tenhamos discernimento para conhecer Jesus cada vez
melhor e crer somente nEle. Os sinais que Ele já nos deu são mais
do que suficientes. Que as pessoas ao nosso redor possam crer em
Jesus, não pelos milagres que esperam ainda ver, mas pelo milagre
que Ele já é para todos nós. Em nome de Jesus oramos. Amém.

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FAUNO

Tema da semana: Literatura e Fantasia.

Palavra do dia: Fauno

As crônicas de Nárnia é outra obra clássica da fantasia. Suas sete crônicas, narram as aventuras de crianças humanas num mundo mágico chamado Nárnia. As principais crianças dessa história são os irmãos Pevensie, Pedro, Susana, Edmundo e a pequena Lúcia. No conto 'O leão, a feiticeira e o guarda-roupa', Lúcia vai parar em Nárnia depois de se esconder dentro de um armário de casacos. Quando chega ao novo mundo, a pequenina se encontra com o sr. Tumnus, um fauno que a convida para um chá. Tumnus tinha o plano de entregar Lúcia à feiticeira branca, suposta rainha de Nárnia. Ela ordenara a todos que entregassem quaisquer humanos que aparecessem. O fauno, entretanto torna-se amigo de Lúcia e ajuda a garotinha a voltar pra casa. Faunos, nas mitologias europeias, são criaturas com corpo de humanos, mas patas e chifres de bode. Os faunos são originários do mito romano e eram divindades que protegiam os rebanhos. Em Nárnia, o fauno Tumnus é um dos grandes amigos dos irmãos Pevensie, que acabam por se tornar reis e rainhas daquele mundo.

         
>>Definição do iDicionário Aulete:

(fau.no)

sm.
1. Mit. Divindade rural romana, com corpo humano peludo e pés e chifres de cabra, protetor dos rebanhos

[F.: Do antr. lat. Faunus.]

 

Fauno dos bosques
1 Fig. O macaco.

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Erlon Eduardo
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9/15/2011

CANASTRA

Canastra é uma cesta larga com hastes de madeira flexíveis. Normalmente era usada em viagens feitas a pé, e carregada nas costas. Também pode ser uma bolsa ou maleta na qual se guardam objetos pessoais. Monteiro Lobato, escritor brasileiro do Século XX, criou 'O Sítio do Pica-pau Amarelo', uma obra cujos livros narram as aventuras fantásticas dos primos Pedrinho e Narizinho, sempre acompanhados dos amigos, o visconde de Sabugosa, o marquês de Rabicó, o Saci e, principalmente, a atrevida e respondona boneca de pano Emília. Emília, ao longo das aventuras, vai acumulando objetos em sua canastrinha. Dentro da canastra da Emília tem de tudo: escama de cauda de sereia, conchas do Reino das Águas Claras e até umas pílulas falantes. Não podem faltar também os deliciosos quitutes da tia Anastácia, cozinheira de mão cheia. A boneca de pano nunca se importou com o peso da sua canastra, já que era sempre o visconde quem a carregava.

 

>>Definição do iDicionário Aulete:

 

canastra1 (ca.nas.tra)

sf.

1. Cesta larga, com ou sem tampa, feita com hastes ou ripas de madeira flexível

2. Bras. Caixa ou maleta de couro para guardar roupas íntimas, roupa de cama, objetos pessoais etc.

3. Bras. Fig. Pop. A parte do tronco correspondente às costas, esp. a que suporta cargas e objetos pesados

s2g.

4. Pop. Cin. Teat. Telv. Canastrão

[F.: Fem. de canastro 'cesta'.]

 

canastra2 (ca.nas.tra) Bras. Lud.

sf.

1. Jogo de cartas de origem argentina, jogado por duas duplas

2. Sequência de sete cartas do mesmo naipe (ou de sete cartas de mesmo valor), em jogos como canastra (1), biriba e buraco

[F.: Do espn. canasta.]

Bater a canastra
1 Bras. Gír. Morrer.

Canastra real
1 O jogo da canastra jogado sem curingas.

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