9/21/2011

ÁGAPE

ÁGAPE

Sugerida por Wilma Clara e Edison Pereira.

A festa em homenagem a Corpus Christi tem como destaque enormes procissões, tapetes enfeitando as ruas e outras tradições cristãs que se referem à Eucaristia. Antigamente, uma dessas tradições clássicas era uma refeição que se denominava ágape.


>> Definição do iDicionário Aulete:

(á.ga.pe)

s2g.

1. Refeição comum entre os cristãos primitivos, com a qual celebravam o rito eucarístico.

2. P.ext. Qualquer banquete, almoço, jantar etc. de confraternização (esp. de caráter social, político etc.).

[F.: Do gr. ágape, es, pelo lat. tardio agape.]

Fwd: PALAVRA DO DIA

TROPICÁLIA (12/08/2011)

A Tropicália foi um movimento estético, social, político e cultural articulado entre música, artes plásticas, poesia e cinema, surgido no final da década de 1960, que se caracterizou pela combinação de elementos típicos da cultura brasileira com os da arte pop e vanguardistas, com raízes no Modernismo de 1922. Na época em que surgiu, nos festivais de música organizados pela TV Record, seus artistas – como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Os Mutantes – foram criticados por supostamente aderirem às influências do imperialismo americano, ao invés de fortalecer a cultura nacional ou escrever músicas de protesto contra o então governo ditatorial. O Tropicalismo defendia-se alegando que as experiências estéticas da sua arte já eram, por si só, um instrumento social revolucionário.


REABILITAÇÃO (13/08/2011)

Amy Winehouse, falecida no dia 17 de Julho deste ano, compôs uma música chamada "Rehab", na qual negava a reabilitação. A cantora, entretanto, internou-se algumas vezes em clínicas de reabilitação, na tentativa de se livrar do vicío nas drogas. Na medicina, reabilitação é o processo de restabelecimento da saúde física e/ou mental por meio de cuidados médicos. As clínicas que têm esssa finalidade impõem ao paciente a abstinência total das substâncias o viciaram – que podem ser tanto as drogas mais conhecidas quanto analgésicos e outros medicamentos – , além de um acompanhamento psicológico.

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ALZHEIMER

Tema da semana: Pensamento e Psicologia   

 

ALZHEIMER

Uma das enfermidades mais graves relacionadas à memória é o mal de Alzheimer. Trata-se de uma doença ainda incurável, causada por certo tipo de degeneração de células nervosas do cérebro. Sua causa provavelmente está associada ao envelhecimento e os sintomas apresentados são, primeiramente, a perda gradativa de memória e do sentido de orientação, evoluindo para uma dificuldade em se comunicar e agir, até a morte, geralmente causada por infecção. Apesar de levar à morte, o Alzheimer tem tratamento, o que pode dar ao idoso maior qualidade de vida através do controle dos sintomas e retardamento das perdas cognitivas.

 

>>Definição do iDicionário Aulete:

sm.

1. Pat. Doença que causa degeneração dos neurônios do cérebro, com diminuição das faculdades mentais, e que leva à morte; mal de Alzheimer; doença de Alzheimer.: "...mapa da mente ajudará a tratar doenças como Alzheimer..." (, Jornal Extra, 29.07.2003)) [Com inic. maiúsc.]

 

 [F.: Do antr. (Alois) Alzheimer (1864-1917), médico alemão que identificou a doença.]

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Eu fico com a pureza da resposta das crianças...


Em um reino muito antigo, havia um homem que devia muito dinheiro ao rei. O rei, por sua vez, quis fazer as contas com os seus súditos. E, começando a fazer os cálculos, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez milhões.


Não tendo ele como pagar, o rei mandou que o súdito, sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto possuíam, para que a dívida se lhe pagasse.


Então aquele súdito, prostrando-se, o reverenciava, dizendo:


— Oh! Grande rei! Seja generoso para comigo, e tudo te pagarei.


Então o rei, movido de profunda compaixão, soltou-o e perdoou-lhe toda a dívida.


Saindo, porém, o súdito, do palácio, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem moedas, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo:


— Paga-me o que me deves.


Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo:


— Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.


Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Vendo, pois, os outros conservos o que aconteceu,entristeceram-se muito, e foram declarar ao rei tudo o que se passara.


Então o rei, chamando-o à sua presença e disse-lhe:


— Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?


E, indignado, o rei o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.




Esta história foi contada por Jesus no Novo Testamento. É interessante notar que ele inicia o capítulo, onde é contada esta parábola, depois que os discípulos perguntam "quem é o maior no reino dos céus?". O Senhor fala, então, sobre a necessidade de adotar uma postura humilde diante da vida e migrar o coração e pensamentos em direção à prática da cordialidade e simplicidade das crianças. Elas são o modelo!


Não se trata de um olhar infantil e ingênuo para o mundo, mas sim, de aprender a se alegrar mesmo tendo pouco. Saber, por exemplo, olhar para uma lata jogada no lixo e fazer dela um carro ou barco imaginário. Elas tem muito a nos ensinar (ou relembrar) sobre quando olhar para o copo metade vazio ou metade cheio.


As crianças tem este poder gigantesco de superar dificuldades e conflitos. Qual de nós, quando pequenos, nunca encontrou um bom amigo depois de uma boa briga com direito a socos, chutes e palavrões com o, até então, inimigo?


As crianças são, assim, naturalmente generosas, abraçam-se e perdoam-se com muito mais facilidade que nós adultos.


Jesus vai construindo e provocando a resposta dada aos discípulos oferecendo, pelo menos, três atitudes necessárias para se tornar "o maior no Reino dos Céus":


1- Quem quer, de fato, ser "o maior", tem de se tornar, primeiro, o menor. Para ser "o maior" é preciso, obrigatoriamente, não desejar ser "o maior". O crescimento do Reino é para dentro de nós e não para fora.


2- Quem é do Reino, não se alegra com a injustiça, mas promove sempre a reconciliação. Ainda que esta seja a reconciliação com aqueles dos quais, em tese, não precisamos, não gostamos ou sejam até mesmo os "menos importantes". Deus cuida dos pequeninos, cuidem deles também, diz Jesus.


3- A parábola do credor que não quis perdoar uma dívida infinitamente menor que a sua própria, foi parte da resposta que Jesus deu a Pedro depois de perguntar ao Senhor quantas vezes se deve perdoar alguém. Esta é a terceira qualidade ou atitude a desenvolver quando se quer ser "o maior" no Reino: uma vez perdoado, precisamos oferecer perdão também.


Nas palavras de Jesus, oferecer perdão não se trata de uma simples escolha, é mandamento, é obrigação. A menos que não queiramos ser perdoados também.


"Entre, rapidamente, em acordo com o teu adversário!" diz o Senhor em outro texto, a fim de que não sejamos surpreendidos negando o perdão que já recebemos. Em "adversário" está incluso todo tipo de gente que nos aflige, provoca dores, medos e angústias. A questão não está centrada em quem está ou não com a razão, mas em ser ligeiro no acertar das arestas, independente de qual lado, certo ou errado, se esteja.


É preciso ser paciente para suportar algumas crises e demandas, eu sei, principalmente quando elas continuam provocando dores e traumas. Mas quem quer, de fato, ser chamado de "filho da luz" ou "grande" no Reino, não espera pela queda do inimigo, não se satisfaz na punição do erro alheio, mas se alegra em ver o perdão que nos alcançou se tornar verdade palpável na vida e existência do outro também.


Negar o perdão a quem quer que seja, é negar o perdão a si mesmo. Tertuliano, um dos primeiros apologetas cristãos, dizia: "quer ser feliz por um instante? Vingue-se! Quer ser feliz a vida toda? Perdoe!".


O Deus que nos perdoa como perdoamos te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

 

 
 
 


Nota importante:
Jesus ensinou a dar de graça o que recebemos de graça. Se esta mensagem, de alguma forma, lhe fez bem, então provavelmente ela poderá fazer bem para outras pessoas que você conheça.
Gostaria de sugerir, se não for constrangimento para você, que compartilhasse e encaminhasse este e-mail para o seu círculo de amigos e conhecidos. Fazendo isto você potencializa, em muito, o alcance da Palavra que já fez tanto bem aos nossos corações.

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