5/24/2023

Geração X + Mileniais = Xennial

Bora bater um papo?
Vamos falar sobre uma geração que sabe muito bem o que é viver na fronteira entre o analógico e o digital. Essa galera tem no seu DNA um tanto de Geração X e também uma dose de Millennials. Sabia que essa geração tem um nome? São os Xennials!

Eles cresceram sem smartphones e redes sociais, mas foram os primeiros a experimentar a internet discada, o MSN e o Orkut (quem lembra?).

Agora, eles são adultos que usam apps de banco, fazem compras online e até trabalham de forma remota.

Quem aqui lembra dos adultos pagarem as compras com cheque? Enquanto, hoje, uma aproximada ou Pix resolvem o rolê.

É incrível pensar em como a tecnologia evoluiu e como ela tem afetado as nossas memórias e perspectivas, né?

200w (1)

Antes, alugava filme em locadora na sexta pra devolver só na segunda, agora, assiste na Netflix quantas vezes quiser;
Antes, usava telefone com ou sem fio, agora, usa WhatsApp ou outras redes sociais de comunicação;
Internet discada? Só de final de semana ou depois da meia-noite pra não pagar pulsos…;
Antes, queria ser astronauta, agora, quer ser empreendedor.

E você? Conta pra gente como era a vida antes e hoje. Vamos juntos resgatar essas lembranças tão importantes para nós e também celebrar essas transformações na vida das pessoas.

Já parou pra pensar o quanto a tecnologia e o Nubank têm sido parte fundamental dessas mudanças?


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3/06/2021

Peste

. peste
substantivo feminino

1.  INFECTOLOGIA
doença infectocontagiosa que se manifesta sob a forma bubônica, pulmonar ou septicêmica, provocada por Bacillus pestis, que é transmitido ao homem pela pulga do rato.

2. POR EXTENSÃO

mal contagioso; pestilência.

3. epidemia que acarreta grande mortandade.
4.
tudo que corrompe física e moralmente.
5.
coisa funesta.
6.
mau cheiro, fedor.
7.
substantivo de dois gêneros
INFORMAL•BRASILEIRISMO
pessoa de maus bofes, mal-humorada, criadora de problemas.
"aquele p. voltou a incomodar minha família"
Origem
⊙ ETIM lat. pestis,is 'id.'

1/22/2021

Páscoa | O centro da nossa pregação: a ressurreição


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O centro de nossa pregação: a ressurreição

O milagre da ressurreição de Jesus pode nos parecer um tanto absurdo e impossível. Mas não estamos sozinhos: foi com forte descrédito que o relato das mulheres foi ouvido, inclusive pelos próprios discípulos de Jesus.

Gostaria de resgatar três aspectos da narrativa bíblica sobre o assunto que fundamentam a nossa fé e pregação.

Trata-se de um milagre! Os evangelhos contêm histórias de muitos milagres operados por Jesus durante o seu ministério, inclusive o da ressurreição. O que há de único na ressurreição de Jesus é que ela acontece a partir do seu próprio poder. Ele venceu a morte!

Choca-me e constrange-me as pessoas a quem Jesus escolheu primeiramente para se revelar ressurreto: três mulheres sem nenhuma credibilidade social, inclusive entre seus pares. Não me parece ter sido uma boa estratégia de divulgação. O Rei do universo inclui, dá valor e voz ao pobre e ao excluído na história.

Por fim, as mulheres ficaram transbordantes de alegria porque o seu Senhor estava vivo, o que mudou tudo. Não se contiveram e saíram caminhando e contando a boa notícia. A alegria e a esperança que a ressurreição de Jesus traz para nossa vida e pregação: porque ele vive podemos crer no amanhã.

Somos convidados, por fé, a crer no milagre da ressurreição de Jesus, aquele que venceu a morte, aquele que se revela entre os desprezados pelo mundo e que nos oferece sua vida como caminho ao Pai. Que nosso coração transborde de alegria e esperança na nossa vida e pregação.
 

Por Raquel Bergária
Presidente da Aliança Bíblica Universitária do Brasil


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11/24/2020

Racismo no Brasil existe.

Por Caroline Arcari

"Eu nasci num berço privilegiado. Tive uma educação conservadora, fui evangelizada nos preceitos do espiritismo, estudei nos melhores colégios particulares de Curitiba e casei com um médico aos 19 anos. Fui bela, recatada e do lar. Votei no Serra. Achava que o sistema de cotas era vitimismo. 

Falava que era feminina, jamais feminista. Repetia a máxima: não dê o peixe, ensine a pescar. Já achei Bolsa Família uma máquina de produzir pobres preguiçosos. Já fiz piada sobre nordestinos e baianos e já acreditei em "racismo reverso". 

Também já falei que sucesso escolar dependia de escolhas e levantava a bandeira da meritocracia como se ela fosse um mecanismo das leis da natureza, simples assim. Nos almoços de família, sentia minhas teorias sobre a "grande mudança social" validadas por pessoas que pensavam como eu. Os churrascos eram agradabilíssimos.

Um belo dia, aceitei uma proposta de trabalho, lá no interior de Goiás, para fundar e administrar um projeto social que atendia crianças e adolescentes da periferia de Rio Verde. Foi a primeira vez que aquelas teorias vociferadas no churras de domingo foram postas à prova. Era o meu momento de mostrar pro mundo que, com 27 anos, eu sabia exatamente o que estava fazendo. Bom, eu não sabia. E como não temos uma temporada da Netflix pra desenvolver esse post aqui, basta dizer: MINHAS TEORIAS CAÍRAM POR TERRA.

Caíram por terra quando um aluno recém chegado da Paraíba com uma vontade enorme de estudar era obrigado a entregar drogas na vizinhança sob ameaça de que suas irmãs seriam estupradas se ele não o fizesse - a polícia fazia parte do esquema - descobri que esforço pessoal não era o problema desse garoto.

Caíram por terra quando eu encaminhei alunos pra estágio de jovem aprendiz e, de um grupo de 4 adolescentes, somente o menino negro não conseguiu entrar, apesar de ter competências muito semelhantes às dos colegas. Caíram por terra quando um aluno (veja só, também negro) desapareceu pq foi trancado E ESQUECIDO numa sala de aula como método corretivo por não ter copiado a tarefa de matemática. - descobri que o racismo é um fenômeno estrutural e institucionalizado e que as especificidades da população negra exigem políticas de ação afirmativa, como as cotas, que tentam diminuir as desigualdades e restituir direitos negados há séculos.

Caíram por terra quando eu dei colo pra uma menina que só dormia em sala de aula e com péssimo rendimento escolar porque ela fazia todo o trabalho doméstico para os homens da casa, além de ser abusada sexualmente pelo avô todas as noites - descobri que a violência contra meninas é uma questão de gênero e que o olhar feminista é imprescindível para entender e enfrentar esse fenômeno.

Caíram por terra quando eu soube que nenhuma das famílias atendidas havia parado de trabalhar para receber 90 reais de Bolsa Família, mas que esse valor era muito importante para complementar a renda no mês - descobri que as exigências educacionais e as condicionalidades na área da saúde eram cumpridas pelas famílias - criança na escola, vacinas em dia e acompanhamento do crescimento no posto de saúde.

Caíram por terra quando fui no hospital visitar 2 alunos, irmãos, negros, atingidos por bala perdida, um deles ficou paraplégico - descobri que jovens negros são exterminados, EXTERMINADOS no Brasil.

Caíram por terra quando minha aluna mais querida caiu nas garras da exploração sexual e passou a cometer delitos, na tentativa de fugir dos abusos que sofria de todos os homens da família dela.

Foram 10 anos de Escola de ser. E foi lá que eu conheci um pouco do mundo como ele é. É muito fácil defender uma visão política toda trabalhada na meritocracia e bem estar individual quando você faz três refeições por dia, tem casa própria, um salário razoável e uma boa perspectiva de futuro. Eu já estive nesse lugar e me sinto profundamente constrangida por isso.
Não sou especialista em Sociologia, Economia, Política e Direito, mas hoje meu posicionamento político é baseado na minha experiência profissional e em todas as leituras que dedico para entender o cenário político atual, de grandes e renomados estudiosos, juristas, pensadores, assim como me interessa ouvir o que as minorias constantemente atingidas pela desigualdade social têm pra falar e reivindicar. Não me sinto a dona da verdade por isso, mas entendo que esse esforço me aproxima de uma visão de mundo mais coerente, realista, responsável e conectada com o coletivo.

O Brasil tem uma história colonialista, escravocrata, conservadora, militarista que mostra uma inclinação antiesquerdista predominante, da qual eu quero distância, nem que isso custe os churrascos com amigos, uma vida mais solitária (porém mais coerente) e xingamentos inbox.
E embora eu não santifique Lula nem venere o PT, eu sou de esquerda. ESQUERDA. Nesse contexto, desde o impeachment de Dilma à prisão de Lula, repúdio todo o processo que culminou num golpe que flerta com a ditadura, num despotismo judicial concretizado numa condenação sem provas e na constante ameaça ao Estado democrático de direito.

Eu reafirmo a minha posição: SOU DE ESQUERDA." ♦️🚩

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