| Nome Vulgar: ARARA AZUL Nome Científico: Anadorhynchus hyacinthinus Família: Psittacidae Peso: 500 a 1000 g Tamanho: 80 a 110 cm Descrição: É o maior de nossos Psitacideos (família dos papagaios e araras), e o maior do mundo. É também conhecida pôr Araraúna ou Arara do pantanal. Possui plumagem geral azul cobalto, mais escura nas asas, bico cinza escuro, com mandíbula amarela e pele no contorno dos olhos. Não há distinção entre machos e fêmeas. Encontra-se especialmente no sertão revestidos de cerrados e matas ciliares, no Maranhão, Pará, Bahia, Minas Gerais, Piauí, até o Pantanal Mato-grossense. Alimenta-se de sementes e frutas, em geral da preferência aos de casca dura, como pôr exemplo o coco. Nos zoológicos, come milho verde, semente de girassol e frutas variadas. Vive em grandes bandos de sete a dez indivíduos, porem, em época de reprodução são sempre vistas aos pares. Faz seus ninhos de preferência em ocos cavados no alto dos troncos das árvores e barrancos. Sua incubação é de 27 a 29 dias, podendo viver aproximadamente 70 anos. Após anos em declínio, sua população mostra sinais de recuperação devido a práticas de proteção e de educação ambiental. |
11/11/2008
Arara azul
Parque Ecológico de São Carlos
Parque Ecológico de São Carlos
Parque Ecológico de São Carlos:
Nome Vulgar: ARACUÃ
Nome Científico: Ortalis guttata
Família: Cracídae
Peso: 550 a 620 g
Tamanho: 43 a 48 cm
Descrição: Como os demais representantes de sua família, apresenta a garganta nua, vermelha e um pouco emplumada e sem barbela, possui uma coloração parda em todo o corpo, sendo a barriga esbranquiçada. Vivem em pequenos bandos, em áreas onde ainda existem matas, pois assusta-se facilmente com a presença humana. Esta ave pode ser detectado a quilômetros de distância, devido sua potente voz de “mola faca”, “mola faca”que emite, em bandos ao amanhecer. Ocorre na região litorânea do Brasil.
Nome Vulgar: ARACUÃ
Nome Científico: Ortalis guttata
Família: Cracídae
Peso: 550 a 620 g
Tamanho: 43 a 48 cm
Descrição: Como os demais representantes de sua família, apresenta a garganta nua, vermelha e um pouco emplumada e sem barbela, possui uma coloração parda em todo o corpo, sendo a barriga esbranquiçada. Vivem em pequenos bandos, em áreas onde ainda existem matas, pois assusta-se facilmente com a presença humana. Esta ave pode ser detectado a quilômetros de distância, devido sua potente voz de “mola faca”, “mola faca”que emite, em bandos ao amanhecer. Ocorre na região litorânea do Brasil.
os 627 bichos ameaçados de extinção
Folha de S.Paulo - Livro lista os 627 bichos ameaçados de extinção - 05/11/2008:
"Livro lista os 627 bichos ameaçados de extinção
Risco maior está no cerrado e na mata atlântica
MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Em 20 anos, quase triplicou o número de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. Segundo lista concluída em 2004, mas divulgada em forma de livro ontem, existem 627 animais sob graus diferentes de risco de desaparecer, sobretudo na mata atlântica e no cerrado. Os dois biomas concentram 78,3% das espécies ameaçadas, mostra o 'Livro Vermelho' do governo.
A lista atinge mais de 10% dos mamíferos conhecidos no Brasil, embora dois outros grupos reúnam o maior número de espécies ameaçadas: os peixes e (sobretudo) os animais invertebrados, como o besouro-de-chifre e a aranha-bode.
A inclusão de peixes e de mais tipos de invertebrados na lista das espécies em extinção explica parte do crescimento. Em 1989, eram 218 espécies consideradas sob risco. De lá para cá, 79 animais foram excluídos da lista, que abrigou 489 novas espécies. O avanço da ciência explica parte da mudança na contabilidade.
'Esse número não triplicou só por causa do aumento da degradação', disse ontem o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), ao lançar as 2.500 cópias do 'Livro Vermelho'.
A maior parte da edição será encaminhada a escolas públicas e unidades de conservação do país. 'Elefante e girafa são muito bonitinhos, mas só encontramos em zoológico, não fazem parte da nossa fauna, que é preciso conhecer', disse o ministro. 'Atenção, esse Livro Vermelho não é o do Mao Tsé-tung', brincou Minc, numa referência à coletânea de escritos do ditador chinês.
Não há metas para a redução do número de espécies ameaçadas nem prazo para a revisão da lista. Mas, entre as medidas destinadas a reduzir o risco sobre a fauna, Carlos Minc citou a criação de novas unidades de conservação, inclusive no mar, objeto de muita polêmica dentro do governo.
Com mais de 900 páginas distribuídas em dois volumes, o 'Livro Vermelho' descreve detalhadamente cada uma das espécies em extinção e aponta estratégias de conservação. No caso do macaco Cebus kaaporis, por exemplo, conhecido por caiarara ou cairara, o texto registra a observação de exemplares na reserva biológica Gurupi, no Pará, área que enfrenta 'forte exploração madeireira'.
A espécie é identificada como 'criticamente em perigo' -a mais grave das três categorias de ameaça de extinção-, assim como a maioria dos mamíferos da lista. As outras categorias são 'em perigo' e 'vulnerável'. A lista abarca ainda animais já extintos e extintos na natureza (que se reproduzem em cativeiro).
O Brasil disputa com a Indonésia o primeiro lugar em biodiversidade no planeta, embora conheça menos de 10% de um total estimado em 1,8 milhão de espécies."
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www.ICQ.com/147889677
"Livro lista os 627 bichos ameaçados de extinção
Risco maior está no cerrado e na mata atlântica
MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Em 20 anos, quase triplicou o número de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. Segundo lista concluída em 2004, mas divulgada em forma de livro ontem, existem 627 animais sob graus diferentes de risco de desaparecer, sobretudo na mata atlântica e no cerrado. Os dois biomas concentram 78,3% das espécies ameaçadas, mostra o 'Livro Vermelho' do governo.
A lista atinge mais de 10% dos mamíferos conhecidos no Brasil, embora dois outros grupos reúnam o maior número de espécies ameaçadas: os peixes e (sobretudo) os animais invertebrados, como o besouro-de-chifre e a aranha-bode.
A inclusão de peixes e de mais tipos de invertebrados na lista das espécies em extinção explica parte do crescimento. Em 1989, eram 218 espécies consideradas sob risco. De lá para cá, 79 animais foram excluídos da lista, que abrigou 489 novas espécies. O avanço da ciência explica parte da mudança na contabilidade.
'Esse número não triplicou só por causa do aumento da degradação', disse ontem o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), ao lançar as 2.500 cópias do 'Livro Vermelho'.
A maior parte da edição será encaminhada a escolas públicas e unidades de conservação do país. 'Elefante e girafa são muito bonitinhos, mas só encontramos em zoológico, não fazem parte da nossa fauna, que é preciso conhecer', disse o ministro. 'Atenção, esse Livro Vermelho não é o do Mao Tsé-tung', brincou Minc, numa referência à coletânea de escritos do ditador chinês.
Não há metas para a redução do número de espécies ameaçadas nem prazo para a revisão da lista. Mas, entre as medidas destinadas a reduzir o risco sobre a fauna, Carlos Minc citou a criação de novas unidades de conservação, inclusive no mar, objeto de muita polêmica dentro do governo.
Com mais de 900 páginas distribuídas em dois volumes, o 'Livro Vermelho' descreve detalhadamente cada uma das espécies em extinção e aponta estratégias de conservação. No caso do macaco Cebus kaaporis, por exemplo, conhecido por caiarara ou cairara, o texto registra a observação de exemplares na reserva biológica Gurupi, no Pará, área que enfrenta 'forte exploração madeireira'.
A espécie é identificada como 'criticamente em perigo' -a mais grave das três categorias de ameaça de extinção-, assim como a maioria dos mamíferos da lista. As outras categorias são 'em perigo' e 'vulnerável'. A lista abarca ainda animais já extintos e extintos na natureza (que se reproduzem em cativeiro).
O Brasil disputa com a Indonésia o primeiro lugar em biodiversidade no planeta, embora conheça menos de 10% de um total estimado em 1,8 milhão de espécies."
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www.ICQ.com/147889677
11/09/2008
virtualização dos Arquivos
Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais sem o Windows - Computação Pessoal - IDG Now!:
"A tecnologia de aplicativos ricos de internet (do inglês RIA, de Rich Internet Application), dá aos serviços características que a primeira geração da web jamais contemplaria.
Com a virtualização e estas características, é possível ter aplicativos mais ricos sem embutir o peso de um sistema operacional pesado para os usuários."
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